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Ideias Concretas sobre Vagas

Uma história da Pandemia

de Ricardo Araújo Pereira
Editor: Tinta da China, novembro de 2022 ‧
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Novo livro de Ricardo Araújo Pereira

Quando todos pensávamos já ter deixado a pandemia para trás, eis um livro que não nos deixa esquecer a chatice que foi.

«Uma pessoa pensa que pode confiar numa rocha esférica com 12 742 quilómetros de diâmetro e que pesa seis mil triliões de toneladas, e afinal descobre que vive num jogo de Jenga. Parece que o planeta não é mais do que isso, agora. E cada peça que se tira faz ruir tudo. Alguém resolve guisar um morcego na China: a civilização tal como a conhecemos acaba. Um marinheiro encalha um navio no Canal do Suez: o comércio mundial fica interrompido. A ideia de que o mundo era demasiado grande, maciço e áspero sempre me aterrorizou. Agora que se percebe que o mundo é muito delicado e frágil, julgo que fiquei com mais medo ainda. Não há maneira de o mundo me agradar — o que levo sinceramente a mal.»

Este livro, que conta Uma história da pandemia, inclui uma selecção de textos publicados na revista Visão e na Folha de S. Paulo entre Março de 2020 e Outubro de 2021.

Ideias Concretas sobre Vagas

Uma história da Pandemia

de Ricardo Araújo Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896717162
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 212 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
Livros em Português > Literatura > Humor
EAN: 9789896717162

RAP no seu melhor

António Arnaut Duarte

O Ricardo Araújo Pereira (RAP) desde sempre que nos habituou a olhar para a realidade com o seu sentido de humor único e extremamente mordaz, mas que nos faz ir às lágrimas de tanto rir. Estas crónicas escritas com um rigoroso e irrepreensível português, relatam situações por todos nós vividas quando da pandemia do Covid-19, com um sentido crítico fantástico e um poder de observação que dá a relevância a determinados pormenores que se viveram naquela época, e que nos dias de hoje nós consideramos ridículos, pois felizmente já voltámos à normalidade do nosso quotidiano. Adorei esta obra, e recomendo mesmo a sua leitura e aquisição. apesar do RAP considerar que "se calhar não vale a pena gastar dinheiro comprando este livro", como ele descreveu ao Daniel Oliveira no programa Alta Definição.

Concretamente a analisar as vagas

Cacieira

Confesso-me fã de Ricardo Araújo Pereira, pelo que, ainda que tente, temo não consiguir ser isento na análise da sua obra literária (e mesmo esta frase desconfio que iria fazer o autor torcer o nariz...). Este livro constitui o único documento (histórico?) que tenciono guardar sobre o que já vivemos de pandemia e é sempre com um sorriso que me reconheço na análise que o RAP faz das mais diversas situações por que todos passámos nestes últimos estranhos anos. A não perder para quem queira rir de assuntos sérios que nos afectam a todos.

A inteligência em forma de escrita

José Janeiro

Crónicas de um dos maiores criativos de Portugal, onde a inteligência e o humor estão de braços dados.

Leve

Catarina M.

Os textos de RAP são de uma leveza e profundidade enriquecedoras. Crónicas para pensar a pandemia e as (in)certezas que marcaram esse período.

SOBRE O AUTOR

Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira (Lisboa, 1974) é licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, e começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o Gato Fedorento. Escreve semanalmente no Expresso (Portugal) e na Folha de S. Paulo (Brasil) e é um dos elementos do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer (SIC Notícias). É autor, juntamente com Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis e Zé Diogo Quintela, e apresentador de Isto É Gozar com Quem Trabalha (SIC). Criou e apresentou o podcast Coisa Que não Edifica nem Destrói (SIC e disponível em livro na Tinta da china).
Com a Tinta da china, publicou ainda oito livros de crónicas — Boca do Inferno (2007), Novas Crónicas da Boca do Inferno (Grande Prémio de Crónica APE 2009), A Chama Imensa (2010), Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno (2013), Reaccionário com Dois Cês (2017), Estar Vivo Aleija (2018), Idiotas Úteis e Inúteis (2020) e Ideias Concretas sobre Vagas (2022) —, além dos volumes de Mixórdia de Temáticas, que reúnem os guiões do programa radiofónico, e de um ensaio: A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar (2016, também publicado no Brasil, na Colômbia e nos EUA). No Brasil estão ainda publicadas as coletâneas Se não Entenderes Eu Conto de Novo, Pá e Estar Vivo Machuca (Tinta da china Brasil, 2012 e 2022). Coordena a coleção de Literatura de Humor da Tinta da china. É o sócio n.º 12 049 do Sport Lisboa e Benfica.

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