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Hommes Et Problèmes Du Jazz

de André Hodeir
idioma: francês
Editor: PARENTHESES, junho de 2006 ‧
14,84€
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Texte phare de la bibliographie jazzistique, régulièrement cité par le meilleur de la critique internationale, salué comme son véritable acte de naissance, Hommes et problèmes du jazz, publié à l'origine en 1954, avait connu une longue éclipse en France (alors qu'il était disponible en traductions), avant sa publication dans la collection Epistrophy en 1981 (Editions Parenthèses, trois éditions successives). Il est repris aujourd'hui dans la collection Eupalinos, série consacrée au jazz et à la musique improvisée. Ce livre ne prétend pas faire une histoire du jazz, mais il parle, pour la première fois, du jazz « sérieusement », dépassant la simple historicité du phénomène pour décrypter la production musicale et les itinéraires de ses principaux acteurs.

Hommes Et Problèmes Du Jazz

de André Hodeir

Propriedade Descrição
ISBN: 9782863646441
Editor: PARENTHESES
Data de Lançamento: junho de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Eupalinos
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Música
EAN: 9782863646441

SOBRE O AUTOR

André Hodeir

André Hodeir nasceu em Paris em 1921 e morreu em Versalhes em 2011. Foi violinista, compositor, maestro e musicólogo. Aos 17 anos, descobre o jazz, género musical ao qual dedicará grande parte da sua vida. Em 1947 recebe três prémios (harmonia, fuga / contraponto e história da música). A partir de 1942 ingressou como violinista, sob o pseudónimo de Claude Laurence, no meio jazzístico parisiense ao qual, com seus estudos clássicos, traz certa legitimidade.
De 1947 a 1951 foi editor-chefe do Jazz Hot, revista na qual escreveu artigos desde 1945, que serão agrupados em «Homens e problemas de Jazz», em 1954. Em 1948, publicou na Larousse uma Introdução à Jazz Music. Por ser amigo do guitarrista Henri Crolla, entrou no cinema. Escreve e organiza a música do filme JY Cousteau. Em dez anos, ele escreverá cerca de cinquenta músicas para filmes e curtas-metragens. Em 1951, publicou na PUF «Que sais-je?», «As formas de música».

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