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Si Seulement La Vie

de André Hodeir
idioma: francês
Editor: JOELLE LOSFELD, junho de 2001 ‧
15,85€
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Qui que vous soyez, petit maître de musique réfugié sur une île déserte célèbre médium dépositaire de la plus belle mélodie jamais imaginée copiste voué au bûcher pour avoir oublié une demi-pose reine du court-métrage inaccessible à l'erreur ex baryton viennois devenu vampire à Paris compositeur pour flûte seule kidnappé par un chef de la Mafia personnage d'un film de Woody Allen étudiante prête à se faire violer au cinquième sous-sol d'un parking ou accordéoniste détenteur de cet inaliénable trésor : l'oreille absolue, vous avez pris la parole, évoqué les fantômes de Mozart, Beethoven, Schubert, Strawinsky et Gershwin, et raconté vos histoires de musiciens, qui ne manquent jamais d'étonner le profane. Avec Si seulement la vie, André Hodeir, un des plus célèbres critiques de jazz français, l'auteur de Musikant (éditions du Seuil) ajoute par ces quinze courts récits, un trait essentiel à sa description poétique et humoristique du monde de la Musique. "On finira sans doute par s'apercevoir qu'il y a un vrai génie drolatique chez cet homme très sérieux, narrateur virtuose." Michel Contat - Le Monde

Si Seulement La Vie

de André Hodeir

Propriedade Descrição
ISBN: 9782844120922
Editor: JOELLE LOSFELD
Data de Lançamento: junho de 2001
Idioma: Francês
Páginas: 154
Tipo de produto: Livro
Coleção: Arcanes
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782844120922

SOBRE O AUTOR

André Hodeir

André Hodeir nasceu em Paris em 1921 e morreu em Versalhes em 2011. Foi violinista, compositor, maestro e musicólogo. Aos 17 anos, descobre o jazz, género musical ao qual dedicará grande parte da sua vida. Em 1947 recebe três prémios (harmonia, fuga / contraponto e história da música). A partir de 1942 ingressou como violinista, sob o pseudónimo de Claude Laurence, no meio jazzístico parisiense ao qual, com seus estudos clássicos, traz certa legitimidade.
De 1947 a 1951 foi editor-chefe do Jazz Hot, revista na qual escreveu artigos desde 1945, que serão agrupados em «Homens e problemas de Jazz», em 1954. Em 1948, publicou na Larousse uma Introdução à Jazz Music. Por ser amigo do guitarrista Henri Crolla, entrou no cinema. Escreve e organiza a música do filme JY Cousteau. Em dez anos, ele escreverá cerca de cinquenta músicas para filmes e curtas-metragens. Em 1951, publicou na PUF «Que sais-je?», «As formas de música».

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