Histórias à Brasileira

Volume 2: Pedro Malasartes e Outras

de Ana Maria Machado
idioma: português, português do brasil
Editor: Companhia das Letras, Janeiro de 2004 ‧
Ana Maria Machado - vencedora, em 2000, do Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura infanto-juvenil - reconta dez histórias da cultura oral e do folclore brasileiro, e dá continuidade a um projeto pessoal: o de pesquisar e passar para o papel as narrativas que escutou na sua infância.
Neste segundo volume, Ana Maria Machado traz mais dez histórias: três episódios envolvendo o personagem Pedro Malasartes - "Pedro Malasartes e o lamaçal colossal", "Pedro Malasartes e o surrão mágico", "Pedro Malasartes e a sopa de pedra" -, além de "Poltrona de piolho", "O boneco de piche", "Os figos da figueira", "O jabuti e o teiú", "O jabuti e o caipora", "A galinha ruiva" e "A vida do gigante". Nas ilustrações de Odilon Moraes, o ambiente brasileiro dos contos é recriado com liberdade, dando origem a uma nova versão, ilustrada, de cada história. Odilon é escritor, ilustrador e tradutor de literatura infantil.
Edição: português brasileiro

Histórias à Brasileira

Volume 2: Pedro Malasartes e Outras

de Ana Maria Machado

Propriedade Descrição
ISBN: 9788574062242
Editor: Companhia das Letras
Data de Lançamento: Janeiro de 2004
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 199 x 253 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 87
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9788574062242
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 8

SOBRE O AUTOR

Ana Maria Machado

Ana Maria Machado nasceu no Rio de Janeiro em 1941. Tem mais de cem livros publicados, entre os quais nove romances, oito ensaios e dezenas de títulos de literatura infantojuvenil, estando amplamente traduzida. Formou-se em Letras na Universidade do Brasil e lecionou na UFRJ e na PUC-RJ. Fez parte da resistência dos professores durante a ditadura militar e, após ser presa pelo governo militar, exilou-se na Europa em 1969. Nesse período, trabalhou como jornalista (BBC Londres, Elle francesa), escreveu contos para crianças publicados na revista brasileira Recreio e lecionou na Sorbonne. Em Paris, concluiu um doutoramento em Semiologia, orientado por Roland Barthes. Em 1972 regressa ao Brasil, continua a colaborar com a imprensa e publica o primeiro livro infantojuvenil, Bento que Bento é o Frade, em 1977. O reconhecimento mundial da obra de Ana Maria Machado aconteceu em 2000, quando recebeu o Prémio Hans Christian Andersen, o mais importante no âmbito da literatura infantojuvenil, e foi agraciada no Brasil com a Ordem do Mérito Cultural. Recebeu ainda, entre outros, o Prémio Jabuti (1978) e o Prémio Machado de Assis (2001). Em 2003, Ana Maria Machado tornou-se a primeira escritora de livros infantojuvenis eleita para membro da Academia Brasileira de Letras, que presidiu entre 2012 e 2013.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU