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Há Mulheres que Sabem (A)mar

de Sérgio Ramires
Editor: Chiado Books, dezembro de 2015 ‧
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Não é uma escrita personalizada sobre A, B ou Z. São amores que agonizam ao sabor do veneno ao mesmo tempo pela incoerência do Amor. Essa coisa assolapada que muitas vezes demora a morrer. Só com uma ponta de ódio paradoxalmente Amor, consegue vacilar no parapeito da vergonha, rejeição. Ama-se a ideia de Amar como se incorpora o vazio da possibilidade de nunca ter amado.
Com todo o tipo de nomes. Há mulheres pelas quais não se pode sentir nada além de amor ou ódio. As mulheres tem todos os defeitos do mundo! Calma! A mulher é o Ser mais perfeito e imprevisível do Universo. Sem elas não podemos viver. Como também podemos perder tudo. É a Criação envenenada que todos nós, homens, ambicionamos viver. É sobre esta sublime criatura que vos escrevo.

Há Mulheres que Sabem (A)mar

de Sérgio Ramires

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895154647
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: dezembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 217 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens na Ficção
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789895154647

SOBRE O AUTOR

Sérgio Ramires

Fernando M. Sérgio Ramires desabrochou no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, no ano em que o Lokomotiv de Moscovo conquistou o campeonato da extinta União Soviética. Convive na escola (naturalmente), é-lhe ensinado romano (idioma oficial da etnia cigana) e equitação. Nesse estabelecimento suporta pela primeira vez (literalmente na pele), o assédio sexual, e apresenta uma invulgar apetência por coxas e rodelas de presunto. Após uma infância severamente atribulada emigra para o Sudão onde se manteve cinco anos. Aí escreve as primordiais linhas do tratado escatológico – Guia Prático da Sanidade e/ou Processo Oncológico de uma Filosofia Barata. De regresso a Portugal, opta definitivamente pela nacionalidade. Em 1996, em representação lusitânica, participa nos concursos mundiais de Trivial Pursuit, em Kuala Lampur, onde se sagra campeão. Presentemente é hexacampeão. Em viagem ao Paquistão avalia o famoso dramaturgo-filósofo Alberto Cinza de quem se torna cúmplice. Desta fusão intelectual germina a novela pseudo-casualística, Agatodemónio. Amizade é expirada quando se acabam os selos a Cinza. Considerado pela conceituada revista norte-americana Liberty, a figura do ano em 1998 pela elaboração do best-seller As Chagas de Dimitri. Subsequentemente, a ONG ambientalista Paradise Extern Never Insert Something, atribui a Grande Cruz da Galinha dos Ovos D’ Ouro. Tem Licença para filmar em Cinema (ESTC), Doutor do arado em Comunicação (Michigan), Jornalista com carteira vitalícia, Ensaísta, Professor do Universo, Investigador para o normal, e outras atividades paralelas e assimétricas.

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