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Giuseppe Garibaldi

Memórias autobiográficas

de Giuseppe Garibaldi; Tradução: David Martelo

editor: Edições Sílabo, janeiro de 2019
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para maiores de 18 anos.

"(...) A sequência de campanhas em que Garibaldi se envolveu colocam-no, tanto nos resultados como na extensão temporal, ao nível dos gran­des chefes militares de todos os tempos, sendo, no mais reduzido plano do idealismo e da pura aventura dos tempos modernos, absolutamente incomparável.
David Martelo In introdução

Tive uma vida tempestuosa, composta de bem e mal, como creio que seja a da maior parte das pessoas. Tenho a consciência de sempre ter procurado o bem, para mim e para os meus semelhantes. E, se algumas vezes algum mal lhes fiz, de certeza que o fiz involuntariamente. Odiei a tirania e a mentira, na convicção profunda de serem elas as principais origens dos males e da corrupção do género humano... Giuseppe Garibaldi"

Giuseppe Garibaldi

Memórias autobiográficas

de Giuseppe Garibaldi; Tradução: David Martelo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726189916
Editor: Edições Sílabo
Data de Lançamento: janeiro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 233 x 29 mm
Páginas: 546
Tipo de produto: Livro
Coleção: Líderes e Povos
Classificação temática: Livros em Português > História > História da Europa Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789726189916
Giuseppe Garibaldi

Nacionalista revolucionário italiano nascido a 4 de julho de 1807, em Nice, a sul de França.

Passou a sua juventude como marinheiro nos navios mercantes do Mediterrâneo. Em 1833, integrou a Jovem Itália, movimento revolucionário italiano comandado por Guiseppe Mazzini e que tinha como finalidade a unificação do país que se encontrava sob domínio estrangeiro. Na época, esse movimento político e ideológico, que exaltava à unificação de Itália, ficou conhecido por Risorgimento (Renascimento).

Em 1834, o jovem foi condenado à morte por participar num motim, mas conseguiu fugir, exilando-se na América do Sul onde permaneceu durante 12 anos. Durante esse período, revelou grandes qualidades como chefe militar ao participar em diversas campanhas no Brasil (1836) e no Uruguai (1841). Aqui lutou contra o ditador argentino Rosas. Ainda nesse período, conheceu a heroína brasileira Ana Maria de Jesus Ribeiro com quem veio a casar e que ficou conhecida pelo nome de Anita Garibaldi.

Em 1848, regressou a Itália e juntou-se às tropas voluntárias que estavam ao serviço de Carlos Alberto, rei da Sardenha, que lutaram, sem sucesso, contra o exército austríaco na Lombardia. Um ano depois, liderou as tropas voluntárias até Roma, onde a República tinha sido declarada por Mazzini e outros nacionalistas. Garibaldi defendeu a cidade dos ataques franceses durante um mês, no entanto, viu-se obrigado a fazer um acordo com os Franceses. As tropas da retirada arriscaram passar pelo território controlado pelos Austríacos, o que provocou a morte, a captura e a dispersão de uma grande parte dos italianos. Anita Garibaldi, que tentava juntar-se ao marido, encontrou-se no meio deste confronto, vindo a falecer em agosto de 1849.

Guiseppe Garibaldi viu-se obrigado a novamente exilar-se, tendo partido para os Estados Unidos da América, para Staten Island (Nova Iorque), e onde adquiriu a cidadania norte-americana. Cinco anos depois, em 1854, regressou a Itália, estabelecendo-se na ilha de Caprera, a noroeste da Sardenha. Nessa altura, Garibaldi acreditava que a liberdade só poderia ser alcançada numa aliança com o rei da Sardenha, Víctor Emanuel, e com o conde de Cavour, Camilo Benso, no entanto, estes opunham-se ao seu republicanismo. Garibaldi foi ganhando vários adeptos, o que o envolveu politica e militarmente nos anos subsequentes.

Em 1859, liderou com sucesso uma expedição contra os Austríacos, nos Alpes, e liderou, em 1860, a expedição dos Camisas Vermelhas ou dos Mil (expedição conhecida por ambos os nomes), uma força de mil homens com a qual conquistou a Sicília e Nápoles contribuindo assim para a unificação italiana sob a denominação da Casa de Saboia.

Em 1862, o rei Víctor Emanuel declarou estabelecido o reino de Itália, apesar de não estar nele incluída a cidade de Roma, nem algumas regiões do norte de Itália. Entre 1862 e 1866, Garibaldi lutou, sem êxito, com o propósito de conquistar Roma. Em 1866, liderando um grupo de voluntários, participou, com o apoio de Napoleão III, numa segunda tentativa de unificação do reino, lutando não só contra os franceses, como também contra o estado pontificado, tentativa que se revelou fracassada. Em 1870, ofereceu os seus préstimos à França na luta contra a Áustria.

Depois de ter sido deputado no Parlamento italiano (1875), retirou-se definitivamente da vida política e militar, recolhendo-se na sua ilha de Caprera.

Guiseppe Garibaldi faleceu a 2 de junho de 1882, em Caprera, em consequência de uma bronquite. Tornou-se uma figura heroica imortalizada em várias obras literárias das quais se destaca Memórias de Garibaldi, biografia escrita por Alexandre Dumas. Em 2003, a Rede Globo realizou uma mini-série televisiva, A Casa das Sete Mulheres (baseada no romance homónimo de Leticia Wierzchowski), na qual Guiseppe Garibaldi e a sua esposa Anita foram representados pelos atores Thiago Lacerda e Giovana Antonelli, respetivamente.

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