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Memorias

de Giuseppe Garibaldi
idioma: espanhol
Editor: LIBRERIA Y EDITORIAL RENACIMIENTO S.A, dezembro de 2024 ‧
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Cuando aparecieron sus Memorias, Garibaldi era, probablemente, el hombre más popular del mundo. Los campesinos de la Gran Rusia esperaban su llegada: «es un gran líder, el amigo de la gente pobre, y vendrá a liberarnos», se decía. Desde Siberia, Bakunin le dio cuenta puntual al héroe italiano de cómo había vivido l'enthousiasme passioné con que la ciudad de Irkutsk había festejado la noticia de su expedición a Sicilia y su marcha triunfal a Nápoles. Después, su gloria inmortal ?que es común a todos los países de Europa y América? se ha mantenido permanentemente en la memoria a través de la existencia de miles de calles y plazas bautizadas con su nombre en cientos de ciudades desde Nápoles a Montevideo. Fue uno de los personajes más retratados de su época. Estatuas, bustos, figuras de china, postales con sus rasgos mesiánicos y su camisa roja empezaban ya en su tiempo a venderse por doquier en cantidades inmensas lo mismo en Europa que en América. En Nueva York se le dedicó una estatua en Washington Square Park. En los medios demócratas en España hubo pasión por Garibaldi, hasta llegar a considerarlo como «el Viriato italiano», y a partir de 1868 los viejos militantes republicanos, demócratas y federales aportaron a los anarquistas el mito de Garibaldi. Fue aclamado por sus contemporáneos como el «Héroe de los dos Mundos».Las Memorias de Garibaldi fueron un bestseller en su época. Su «epopeya homérica», en palabras de Emilio Castelar, conmovió al mundo.Giuseppe Garibaldi. Héroe de la unificación italiana, nació en Niza el 22 de julio de 1807, en la misma casa y en la misma habitación donde había visto la luz el mariscal Massena, uno de los soldados más destacados de Napoleón. El relato de su vida, en el que parece mirar con más complacencia los años de su juventud en América que los más cercanos y trascendentales en el hacer de su nación, constituirán lo que, propiamente, son las Memorias de Garibaldi. Redactadas con anterioridad por Alejandro Dumas, conocieron ya una primera edición en París en 1860, y otra en Bruselas que contó con un discurso de Victor Hugo y una introducción de George Sand, mientras circulaban otras ediciones por otros países europeos a la vez que innumerables bosquejos biográficos del personaje. Todos ellos, con Dumas a la cabeza, a quien le apasionaba hacer de historiógrafo, contribuyeron a la entrada de Garibaldi en el «panteón de papel». La nombradía y el halo de popularidad que rodeaba a Garibaldi garantizaba ya de antemano el éxito de sus Memorias por Dumas, cuya fama mundial estaba asegurada tras la publicación de Los tres mosqueteros o de El conde de Montecristo. Por más que no deje de sorprender la inmediatez con que el novelista abordó la biografía de Garibaldi y la historia de sus camisas rojas, anticipándose a tantos otros, lo que dice mucho acerca de su olfato para detectar los grandes temas de interés para el público lector, que seguía entusiasmado con sus interminables novelones.Manuel Moreno Alonso...

Memorias

de Giuseppe Garibaldi

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387552114
Editor: LIBRERIA Y EDITORIAL RENACIMIENTO S.A
Data de Lançamento: dezembro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 170 x 240 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9791387552114

SOBRE O AUTOR

Giuseppe Garibaldi

Nacionalista revolucionário italiano nascido a 4 de julho de 1807, em Nice, a sul de França.

Passou a sua juventude como marinheiro nos navios mercantes do Mediterrâneo. Em 1833, integrou a Jovem Itália, movimento revolucionário italiano comandado por Guiseppe Mazzini e que tinha como finalidade a unificação do país que se encontrava sob domínio estrangeiro. Na época, esse movimento político e ideológico, que exaltava à unificação de Itália, ficou conhecido por Risorgimento (Renascimento).

Em 1834, o jovem foi condenado à morte por participar num motim, mas conseguiu fugir, exilando-se na América do Sul onde permaneceu durante 12 anos. Durante esse período, revelou grandes qualidades como chefe militar ao participar em diversas campanhas no Brasil (1836) e no Uruguai (1841). Aqui lutou contra o ditador argentino Rosas. Ainda nesse período, conheceu a heroína brasileira Ana Maria de Jesus Ribeiro com quem veio a casar e que ficou conhecida pelo nome de Anita Garibaldi.

Em 1848, regressou a Itália e juntou-se às tropas voluntárias que estavam ao serviço de Carlos Alberto, rei da Sardenha, que lutaram, sem sucesso, contra o exército austríaco na Lombardia. Um ano depois, liderou as tropas voluntárias até Roma, onde a República tinha sido declarada por Mazzini e outros nacionalistas. Garibaldi defendeu a cidade dos ataques franceses durante um mês, no entanto, viu-se obrigado a fazer um acordo com os Franceses. As tropas da retirada arriscaram passar pelo território controlado pelos Austríacos, o que provocou a morte, a captura e a dispersão de uma grande parte dos italianos. Anita Garibaldi, que tentava juntar-se ao marido, encontrou-se no meio deste confronto, vindo a falecer em agosto de 1849.

Guiseppe Garibaldi viu-se obrigado a novamente exilar-se, tendo partido para os Estados Unidos da América, para Staten Island (Nova Iorque), e onde adquiriu a cidadania norte-americana. Cinco anos depois, em 1854, regressou a Itália, estabelecendo-se na ilha de Caprera, a noroeste da Sardenha. Nessa altura, Garibaldi acreditava que a liberdade só poderia ser alcançada numa aliança com o rei da Sardenha, Víctor Emanuel, e com o conde de Cavour, Camilo Benso, no entanto, estes opunham-se ao seu republicanismo. Garibaldi foi ganhando vários adeptos, o que o envolveu politica e militarmente nos anos subsequentes.

Em 1859, liderou com sucesso uma expedição contra os Austríacos, nos Alpes, e liderou, em 1860, a expedição dos Camisas Vermelhas ou dos Mil (expedição conhecida por ambos os nomes), uma força de mil homens com a qual conquistou a Sicília e Nápoles contribuindo assim para a unificação italiana sob a denominação da Casa de Saboia.

Em 1862, o rei Víctor Emanuel declarou estabelecido o reino de Itália, apesar de não estar nele incluída a cidade de Roma, nem algumas regiões do norte de Itália. Entre 1862 e 1866, Garibaldi lutou, sem êxito, com o propósito de conquistar Roma. Em 1866, liderando um grupo de voluntários, participou, com o apoio de Napoleão III, numa segunda tentativa de unificação do reino, lutando não só contra os franceses, como também contra o estado pontificado, tentativa que se revelou fracassada. Em 1870, ofereceu os seus préstimos à França na luta contra a Áustria.

Depois de ter sido deputado no Parlamento italiano (1875), retirou-se definitivamente da vida política e militar, recolhendo-se na sua ilha de Caprera.

Guiseppe Garibaldi faleceu a 2 de junho de 1882, em Caprera, em consequência de uma bronquite. Tornou-se uma figura heroica imortalizada em várias obras literárias das quais se destaca Memórias de Garibaldi, biografia escrita por Alexandre Dumas. Em 2003, a Rede Globo realizou uma mini-série televisiva, A Casa das Sete Mulheres (baseada no romance homónimo de Leticia Wierzchowski), na qual Guiseppe Garibaldi e a sua esposa Anita foram representados pelos atores Thiago Lacerda e Giovana Antonelli, respetivamente.

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