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Filosofia da Moda

de Georg Simmel

editor: Edições Texto & Grafia, março de 2014
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A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atrativo singular do limite, o atrativo simultâneo do começo e do fim, da novidade e, ao mesmo tempo, da caducidade. Adornamo-nos para nós mesmos, mas só o fazemos verdadeiramente enquanto nos adornarmos para os outros. Uma das combinações sociológicas mais extraordinárias, […] é que um ato […] alcance este objetivo através do deleite para os olhos que oferece aos outros.

Filosofia da Moda

de Georg Simmel

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898285898
Editor: Edições Texto & Grafia
Data de Lançamento: março de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 119 x 169 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Coleção de Bolso T&G
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789898285898
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Escrito por um alemão, espera-se qualidade!

Mário do Freixo

Todos já ouvimos: Vou guardar esta peça no baú, porque daqui a uns anos volta a estar na moda. Este livro fala sobre a moda e a nossa relação com a mesma. A revolução francesa reivindica o pão branco para todos. Este tipo de pão era um privilégio dos ricos. A resposta de Maria Antonieta ("que comam bolos!") padece de um erro de tradução, porque a senhora referia-se ao pão mais escuro e não a bolos, mas como foi condenada a perder a cabeça ninguém se deu ao cuidado de corrigir a história. Quando toda a gente teve acesso ao pão branco, sabe o que aconteceu ao pão escuro? Subiu de preço. Estranho não é? Mas se perceber como funciona a moda, perceberá esta relação de causa/efeito. Existe, nos arquivos da RTP, uma reportagem deliciosa feita imediatamente a seguir ao 25 de abril. Uns agricultores alentejanos tomaram de assalto a casa de um latifundiário. Enquanto um martelava desalmadamente um piano, um outro gritava ao microfone da RTP "Hei de comer lagosta até gostar!" . Após lermos este livro percebemos estas reações!

Georg Simmel

Professor alemão, Georg Simmel nasceu na cosmopolita Berlim de 1858 e veio a falecer em 1918. Professor universitário admirado pelos seus alunos, sempre teve dificuldade em encontrar um lugar no seio da rígida academia do seu tempo.
Simmel preocupou-se em descobrir os padrões de interação que subjazem às formações sociais mais latas (num registo a que hoje chamaríamos "microssociologia"). A tarefa da sociologia seria não a de estudar globalidades mas sim determinadas dimensões ou aspetos dos fenómenos que, nas suas formas particulares, são passíveis de ser encontrados nos diferentes contextos humanos. Ao fazer uma abstração do conteúdo concreto dos fenómenos sociais e ao focalizar as formas que lhes subjazem, torna-se possível comparar fenómenos radicalmente diferentes no seu conteúdo mas similares na sua forma. Simmel está, deste modo, conotado com a chamada teoria formal. Por muito diferentes que sejam os interesses e os propósitos que levam os homens a associar-se, as formas sociais de interação podem ser idênticas. Há processos de conflito e cooperação, de subordinação e poder, de centralização e descentralização que atravessam as mais variadas estruturas sociais. Para Simmel, as formas sociais encontradas no real não são nunca puras. Simmel também se ocupou das funções do conflito na sociedade, considerando-o uma força mais construtiva do que destrutiva. Harmonia e conflito não são duas realidades distintas mas apenas dois aspetos da mesma realidade.
Toda a realidade é analisada por Simmel em termos de interação. Por exemplo, e ao contrário do que as aparências indicam, os que detêm o poder só podem exercê-lo com a concordância dos que são objeto desse poder. Ao estudar os determinantes estruturais da ação social, Simmel deu especial relevo aos aspetos quantitativos dos grupos, descrevendo as diferenças entre o processo de funcionamento de um grupo conforme seja composto por dois elementos ou por três ou mais. Para o autor, esta análise do comportamento das partes envolvidas num grupo é válida para situações tão diferentes como as relações entre pessoas ou as relações entre estados. Influenciou autores como Robert Park, Geog Lukacks, Ernst Bloch, Karl Mannheim, Theodor Adorno ou Max Horkheimer.
As suas obras principais são: On Social Differentiation (1890); The Problems of the Philosophy of History (1892); Introduction to the Science of Ethics, 2 vols. (1892-93); The Philosophy of Money (1900); Sociology: Investigations on the Forms of Sociation (1908); Hauptprobleme der Philosophie (1910); Philosophische Kultur (1911); Goethe (1913); Rembrandt (1916); Fundamental Questions of Sociology (1917); Lebensanschauung (1918).

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