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Fábulas Fantásticas

Livro 1

de Ambrose Bierce
Editor: Editorial Estampa, abril de 1977 ‧
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Fábulas Fantásticas

de Ambrose Bierce

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723301960
Editor: Editorial Estampa
Data de Lançamento: abril de 1977
Idioma: Português
Dimensões: 99 x 185 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 228
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livro B
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789723301960
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O titulo leva ao engano

Paulo

Este livro foi escrito em 1898 e é composto por fábulas onde se satirizam políticos gananciosos, juízes, homens santos, poetas e muitos outros. Diria que o significado de algumas histórias está ligado à época em que o livro foi escrito e, por isso, pode não significar grande coisa nos dias de hoje. Os contos são satíricos, ácidos e, por vezes, sarcásticos, mas na maioria dos casos penso que compreendi o ponto que Bierce estava a abordar. Fantástico e magistralmente condensado em poucas linhas, num estilo despojado, que se manteve muito moderno. Mas cheguei ao limite de saturação muito rapidamente, especialmente porque os finais são subitamente previsíveis. Os contos não o vão fazer rir muito, mas podem fazê-lo sorrir e pensar.

"Salada de letras"

Carlos Gonçalves

Esta obra brilha no sentido em que apresenta uma óbvia falta de lógica. O autor, Ambrose Bierce, conhecido pelo seu uso da sátira, escreve vários mini-contos que não se relacionam e deixam o leitor a perguntar-se sobre o seu significado. Esta versão é ainda enriquecida por ilustrações confusas e por vezes macabras.

SOBRE O AUTOR

Ambrose Bierce

Ambrose Bierce nasceu em Ohio, a 24 Junho de 1842. Depois da Guerra Civil Americana, em que participou do lado dos Unionistas, Bierce partiu para a Califórnia, onde se tornou jornalista. Em Inglaterra a partir de 1872, trabalhou para revistas humorísticas como a Figaro e a Fun. Regressou aos Estados Unidos em 1875, iniciando um longo período de colaboração com vários jornais.
Tornar-se-ia um dos jornalistas e escritores mais conhecidos do seu tempo, não deixando ninguém indiferente ao seu sentido acutilantemente crítico e satírico da humanidade. Com humor insolente, atacou todos os quadrantes da sociedade: as religiões, a política, a economia, o sentimentalismo... Em 1913, aos setenta e um anos, Bierce partiu ao encontro da Revolução Mexicana, sem deixar rasto. A sua morte permanece um mistério, mas acredita-se que possa ter acontecido durante a Batalha de Ojinaga, em Janeiro de 1914.

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