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Estranho Quotidiano

de J. L. Pio Abreu
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, Janeiro de 2010 ‧
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«Poderíamos nós viver sem telemóveis? É verdade que a televisão pode destruir a democracia? Podemos confiar na economia de mercado? Quais são os poderes que efectivamente nos governam e qual é, neste contexto, o valor do poder democrático? Será que o Estado de Direito ainda existe? Qual é o significado actual dos papéis masculino e feminino? Podem os seres humanos ultrapassar a sua natureza biológica? Como podemos hoje educar as nossas crianças? Apesar da actualidade destas perguntas, é difícil responder-lhes claramente. No entanto, é possível equacionar estes problemas com base nos acontecimentos quotidianos e no conhecimento presente. É isso que procuram fazer os pequenos textos que compõem este livro.»

Estranho Quotidiano

de J. L. Pio Abreu

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722039215
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: Janeiro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 237 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Participar
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789722039215

SOBRE O AUTOR

J. L. Pio Abreu

Nascido em Santarém em 1944, José Luís Pio Abreu publicou "Quem Nos Faz Como Somos" (2007), "Estranho Quotidiano" (2010), "O Bailado Da Alma" ( 2014), "A Queda dos Machos" ( 2019) e a "Pequena História da Psiquiatria" (2021).
"Como Tornar-se Doente Mental", editado em 2006, é a sua obra mais marcante e continua a ser um dos principais "bestsellers" nacionais da área da psiquiatria, com 19.º edições.
Psiquiatra dos Hospitais da Universidade de Coimbra e professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, foi também presidente da Sociedade Portuguesa de Psicodrama (SPP) e era, desde 2014, membro do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa. Foi homenageado pelo seu percurso enquanto médico psiquiatra no XVII Congresso Nacional de Psiquiatria, em 2023.
Durante o seu percurso universitário fez parte da revolta estudantil de Coimbra, em 1969, também conhecida como Crise Académica, em que os estudantes exigiam a reintegração de professores e a democratização do ensino superior, em rebelião contra a ditadura do Estado Novo.
Faleceu em junho de 2025, aos 81 anos.

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