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Escritos Íntimos

Livro de Bolso

de Charles Darwin
Editor: Publicações Europa-América, setembro de 2010 ‧
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A presente colectânea de textos permite conhecer a personalidade de Darwin nos momentos cruciais da vida deste homem sábio, brando e humorado. Da carta que, nos seus tempos de estudante, envia ao seu pai, para que ele abençoe a sua viagem, até às notas escritas quando se tornou pai de família, o controverso teórico da evolução revela uma perfeita conduta de cavalheiro.

Antes do seu casamento, traçou um quadro no qual pesava os prós e os contras da cerimónia. Depois do enlace, Darwin corresponde-se com a sua mulher, que quer salvá-lo dos perigos do ateísmo.

O interesse destes textos não é somente conhecer as várias facetas de Darwin mas também remeter a escrita para uma zona de fronteira, onde a ciência confina com a intimidade. Pois a curiosidade científica de Darwin centra-se nele próprio ou nas pessoas que preza e que o rodeiam na vida quotidiana.

Da primeira viagem às observações pacientes e ternas sobre o crescimento dos seus filhos, nestes textos íntimos, o sábio homem da ciência revela-se como ser humano.

Escritos Íntimos

Livro de Bolso

de Charles Darwin

Propriedade Descrição
ISBN: 5601072556836
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 118 x 173 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 102
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Europa América
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 5601072556836

SOBRE O AUTOR

Charles Darwin

Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 – Downe, 19 de abril de 1882) foi um naturalista, geólogo e biólogo britânico, célebre pelos seus avanços sobre a evolução nas ciências biológicas. Juntamente com Alfred Wallace, Darwin estabeleceu a ideia que todos os seres vivos descendem de um ancestral em comum, argumento agora amplamente aceite e considerado um conceito fundamental no meio científico, e propôs a teoria de que os ramos evolutivos são resultados da seleção natural e sexual, onde a luta pela sobrevivência resulta em consequências similares às da seleção artificial. O seu livro de 1859, A Origem das Espécies, causou espanto na sociedade e comunidade científica da época, mas conseguiu grande aceitação nas décadas seguintes, superando a rejeição que os cientistas tinham pela transmutação de espécies. Já em 1870, a evolução pela seleção natural tinha apoio da maioria dos intelectuais. A sua aceitação quase universal, entretanto, não foi atingida até à emergência da síntese evolutiva moderna entre as décadas de 1930 e 1950 quando um grande consenso consolidou a seleção natural como o mecanismo básico da evolução. A teoria de Darwin é considerada o mecanismo unificador para explicar a vida e a diversidade na Terra.

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