Escrita's da Resistência
(Celan - Blanchot - Derrida - Nancy)
Editor:
Palimage, setembro de 2018 ‧
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SINOPSE
«[…] neste título, Escrita’s da Resistência, a palavra resistência é igualmente escutável como um epíteto da própria escrita, da sua incondicionalidade irredentista e da sua vocação vivificantemente inventiva - incondicionalidade que, índice da sua vulnerabilidade extrema, da insolência do seu magnífico impoder, se manifesta na justa hiperbolicidade de uma liberdade capaz de se opor não só a todo o tipo de poderes mundanos e/ou instituídos (políticos, económicos, religiosos, culturais, sociais, jornalístico-mediáticos, universitários, etc.), mas, mais liminarmente, ao próprio poder de poder.
Assim escutada, resistência seria antes de mais como que o timbre da própria escrita - um timbre que lhe lavraria, para além da sua hiper-eticidade de princípio, um bem singular apolitismo hiper-político. Um apolitismo hiper-político que a situaria do outro lado da mundaneidade do mundo a fim de melhor velar por ela, e que, distanciando-a assim do próprio político pensado, como no essencial ele sempre foi, e continua maioritariamente a sê-lo, a partir da polis (da politeia, da res publica) e à luz do princípio de poder (e daí o apolitismo de princípio da escrita e deste pensamento da escrita), é todavia portador, e da promessa de muito criticamente repensar a imundice da dita mundialização do mundo, e da fé em novas Luzes para um novo mundo de Luzes por vir. Neste sentido, uma escrita digna do nome seria sempre uma escrita da resistência - de justa resistência e de re-invenção.»
Limiar, p. 10
Assim escutada, resistência seria antes de mais como que o timbre da própria escrita - um timbre que lhe lavraria, para além da sua hiper-eticidade de princípio, um bem singular apolitismo hiper-político. Um apolitismo hiper-político que a situaria do outro lado da mundaneidade do mundo a fim de melhor velar por ela, e que, distanciando-a assim do próprio político pensado, como no essencial ele sempre foi, e continua maioritariamente a sê-lo, a partir da polis (da politeia, da res publica) e à luz do princípio de poder (e daí o apolitismo de princípio da escrita e deste pensamento da escrita), é todavia portador, e da promessa de muito criticamente repensar a imundice da dita mundialização do mundo, e da fé em novas Luzes para um novo mundo de Luzes por vir. Neste sentido, uma escrita digna do nome seria sempre uma escrita da resistência - de justa resistência e de re-invenção.»
Limiar, p. 10
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897032202 |
| Editor: | Palimage |
| Data de Lançamento: | setembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 235 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 254 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Skiagraphia's |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 9789897032202 |
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