Epistolário Magno de Luís de Camões - Volume I
Celestina em Lisboa [Edição crítica, analítica e comentada]
Editor:
Canto Redondo, julho de 2022 ‧
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SINOPSE
A presente publicação do Epistolário Magno de Luís de Camões, em edição crítica, analítica e exegética, fundamenta-se na escrupulosa releitura das mais antigas fontes manuscritas e impressas, elevando o estudo da epistolografia clássica portuguesa a um novo patamar de exigência científica.
Esta obra em cinco volumes inicia-se com uma missiva votada ao ostracismo desde 1925. Adicionar quase mil e quinhentas palavras ao corpus camoniano é um feito a que desde há muito não se assistia. E não são meramente mais palavras, e sim uma colorida evocação de Celestina, a alcoviteira nascida da pena de Fernando de Rojas em 1499, que aqui revive na Madama del Puerto, a alcouceira que retorna a Lisboa após ter sido açoutada e banida da cidade.
Nesta extensa crónica das desvivências do submundo de Lisboa, iniciada pela proposição Por q~ n¿ tudo seja falaruos de siso, Camões denuncia os engodos das toleradas para espoliaram do seu pré os jovens ceitis — mancebos conscritos para a praça militar de Ceuta — e também como as compradiças propagavam a pandemia de sífilis que assolava a Europa.
O relato é rematado com a descrição de uma charanga carnavalesca que, às primeiras horas da madrugada, parte do porto de Lisboa rumo aos jardins de Horta Navia, em Alcântara, onde se celebrará um festival báquico.
Enquanto obra destinada tanto a uma audiência académica quanto a um público interessado, este estudo da carta Celestina em Lisboa concilia a erudição filológica, o rigor histórico e a mestria hermenêutica, com um tom ocasionalmente mais jocoso, entremetendo também algum latinzinho para aceder às propostas do próprio Camões.
Esta obra em cinco volumes inicia-se com uma missiva votada ao ostracismo desde 1925. Adicionar quase mil e quinhentas palavras ao corpus camoniano é um feito a que desde há muito não se assistia. E não são meramente mais palavras, e sim uma colorida evocação de Celestina, a alcoviteira nascida da pena de Fernando de Rojas em 1499, que aqui revive na Madama del Puerto, a alcouceira que retorna a Lisboa após ter sido açoutada e banida da cidade.
Nesta extensa crónica das desvivências do submundo de Lisboa, iniciada pela proposição Por q~ n¿ tudo seja falaruos de siso, Camões denuncia os engodos das toleradas para espoliaram do seu pré os jovens ceitis — mancebos conscritos para a praça militar de Ceuta — e também como as compradiças propagavam a pandemia de sífilis que assolava a Europa.
O relato é rematado com a descrição de uma charanga carnavalesca que, às primeiras horas da madrugada, parte do porto de Lisboa rumo aos jardins de Horta Navia, em Alcântara, onde se celebrará um festival báquico.
Enquanto obra destinada tanto a uma audiência académica quanto a um público interessado, este estudo da carta Celestina em Lisboa concilia a erudição filológica, o rigor histórico e a mestria hermenêutica, com um tom ocasionalmente mais jocoso, entremetendo também algum latinzinho para aceder às propostas do próprio Camões.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895427499 |
| Editor: | Canto Redondo |
| Data de Lançamento: | julho de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 184 x 204 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 310 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Epistolarios |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Epístolas e Cartas
|
| EAN: | 9789895427499 |
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