El Ou Le Dernier Livre

de Edmond Jabès
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, novembro de 1973 ‧
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Dans les livres d'Edmond Jabès, le récit naît du signe et nous renvoie au signe. «... écrit, récit : un même mot dans le renversement naturel de l'ordre de ses lettres. «Tout écrit nous propose sa part de récit», lisons-nous au seuil de ce nouvel ouvrage. Depuis dix ans, engagé dans le mouvement du cercle, un livre - identique, mais autre ? porte, chaque fois plus loin, sa propre interrogation ; question inlassablement reprise aux confins de son insécurité. «Ici, nous dit Edmond Jabès, le cercle d'hier est devenu point et l'interrogation du cercle, questionnement du point.» L'oeuvre circulaire trouve-t-elle son logique aboutissement dans le point ? Ce point ? trace ultime ? est, peut-être aussi le lieu, un instant circonscrit, de l'éternel recommencement du livre. Avec cet ouvrage, le septième de la série, s'achève «Le Livre des Questions».

El Ou Le Dernier Livre

de Edmond Jabès

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070285594
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: novembro de 1973
Idioma: Francês
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Blanche
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Poesia
EAN: 9782070285594

SOBRE O AUTOR

Edmond Jabès

Edmond Jabès (1912 – 1991) foi um escritor e poeta francês de origem egípcia, e uma das figuras literárias mais conhecidas da literatura francesa após a Segunda Guerra Mundial.
Enquanto judeu egípcio, foi forçado ao exílio pela Crise de Suez de 1956, e fugiu para Paris, onde se juntou à comunidade dos surrealistas, embora nunca tenha sido um membro formal do grupo. Viveu em França o resto da sua vida e, em 1987, recebeu de França o grande prémio de poesia. Uma voz importante na poesia francesa do pós-guerra, Edmond Jabès elude a categorização como escritor. A sua obra é um pastiche de diálogo, aforismo, fragmentos, poesia e canção; grande parte do seu trabalho concentra-se no livro como um lugar no qual as ideias – de exílio, Deus, o eu – são abordadas através de perguntas e de ecos.
Embora fosse ateu, a sua escrita refere-se ao misticismo judaico e à Cabala. Numa entrevista, Edmond Jabès explicou: "Para mim, as palavras 'judeu' e 'Deus' são, é verdade, metáforas. "Deus" é a metáfora do vazio; 'Judeu' representa o tormento de Deus, do vazio." A sua obra demonstra uma profunda melancolia e uma consciência aguda de que o judeu se constitui e permanece sempre no exílio.
"Sempre num país estrangeiro, o poeta usa a poesia como intérprete."

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