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El Mono Gramático

de Octavio Paz
idioma: espanhol
Editor: AUSTRAL, maio de 2016 ‧
10,14€
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A la vez vasta reflexión y poema en prosa, El Mono Gramático es una de las obras más importantes de Octavio Paz. Dos escenarios convergentes ?el camino de Galta, en la India, y un jardín de Cambridge? son el punto de partida de una indagación en torno al sentido del lenguaje y sus relaciones con la realidad fenoménica, en torno al juego de secretas correspondencias entre idea y verbo, palabra y percepción, erotismo y conocimiento. Los mitos cosmogónicos orientales y los arquetipos revelados en el arte romántico ?Delacroix? o en el arte de los dementes ?Richard Dadd? convergen ocultamente; el budismo tántrico, en cuanto experiencia mística de lo absoluto, se revela afín a la revelación poética. El fulgurante genio expresivo de Paz hace de genes, de presencias fonéticas y semánticas, que estalla con silencioso resplandor en el campo de batalla de la página en blanco.

El Mono Gramático

de Octavio Paz

Propriedade Descrição
ISBN: 9788432229220
Editor: AUSTRAL
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788432229220

SOBRE O AUTOR

Octavio Paz

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1990

Escritor e poeta prolífico mexicano, Octavio Paz nasceu a 31 de março de 1914, na Cidade do México. Filho de um jornalista que se tornou secretário do revolucionário Emilio Zapata e neto de um autor de romances dedicados ao martírio indígena, beneficiou da extensa biblioteca do seu avô, interessando-se desde muito cedo pela literatura. Com o assassinato de Zapata, em 1919, a família de Octavio Paz foi forçada a exilar-se, demorando-se algum tempo nos Estados Unidos da América. De regresso ao México, ingressou no curso de Direito da Universidade Nacional mas, ambicionando vir a tornar-se poeta, não chegou a obter o seu diploma. Estreou-se em 1933 com a publicação da sua primeira coletânea de poemas, Luna Silvestre.
Em 1937 partiu para Espanha, com o intuito de tomar assento no Segundo Congresso Internacional de Escritores Anti-Fascistas, a decorrer na cidade de Valencia, mas acabou por combater nas fileiras republicanas durante a Guerra Civil Espanhola. Teve ocasião de conhecer colegas como Ilja Ehrenburg, André Gide e André Malraux. Simpatizando com os ideais comunistas, publicou nesse mesmo ano de 1937 Bajo Tu Clara Sombra y Otros Poemas e No Pasarán! obras que refletem as suas experiências em solo espanhol. Em 1938 participou na fundação de uma revista, Taller, que procurava estabelecer uma nova geração de escritores no México, ansiando pela liberdade em tons de surrealismo. Em 1943 viajou até aos Estados Unidos da América munido de uma bolsa atribuída pela Fundação Guggenheim, tomando contacto com a poesia modernista na Universidade de Berkeley.
Em 1945 entrou ao serviço do Corpo Diplomático Mexicano e foi enviado para Paris, onde escreveu Liberdad Bajo Palabra (1949) e El Laberinto De La Soledad (1950). Publicou a sua primeira experiência em prosa poética em 1951, com o título Águila O Sol?, e em 1956 apareceu El Arco Y La Lira, um ensaio sobre as literaturas francesa e espanhola. Depois de ter composto Piedra De Sol (1957) e cumprido uma missão no Japão, Octavio Paz foi nomeado embaixador do México na Índia, em 1962. Acabou por se demitir em 1968, em sinal de protesto contra o massacre dos estudantes na Praça Tlateloco, que se manifestavam contra o governo pouco tempo antes dos Jogos Olímpicos do México.
Seguiu então uma carreira académica, marcada pela passagem por instituições de prestígio como as universidades de Cambridge e de Harvard, mantendo a atividade editorial. Foi galardoado com inúmeros prémios, entre os quais se destacam o Neustadt, em 1982, e o Nobel da Literatura, em 1990.
Octavio Paz faleceu a 19 de abril de 1998.

Octavio Paz. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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