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El Libro De Las Preguntas

de Edmond Jabès
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, abril de 2006 ‧
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«El libro de las preguntas es el libro de la memoria [;]. De un idilio simple y trágico surge un canto de amor que es, a pesar de todo, canto de esperanza. Este canto ambiciona hacernos asistir al nacimiento de la palabra y, en dimensión más que real, a un ensanche del umbral del sufrimiento que ilustra una colectividad perseguida, cuyo lamento es retomado, era tras era, por sus mártires [;]. Relatos, diálogos, reflexiones, plegarias se suceden y destacan, como crestas solitarias, en el horizonte; pero al grito se le asigna el grito. Es la hiedra y el signo [;]. Allí donde la hierba aspira sólo a permanecer verde y el sílex a sentar testimonio de la separación del agua y de la arena, el vínculo se vuelve libro y el libro universo.» Edmond Jabès

El Libro De Las Preguntas

de Edmond Jabès

Propriedade Descrição
ISBN: 9788478449446
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: abril de 2006
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 896
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788478449446

SOBRE O AUTOR

Edmond Jabès

Edmond Jabès (1912 – 1991) foi um escritor e poeta francês de origem egípcia, e uma das figuras literárias mais conhecidas da literatura francesa após a Segunda Guerra Mundial.
Enquanto judeu egípcio, foi forçado ao exílio pela Crise de Suez de 1956, e fugiu para Paris, onde se juntou à comunidade dos surrealistas, embora nunca tenha sido um membro formal do grupo. Viveu em França o resto da sua vida e, em 1987, recebeu de França o grande prémio de poesia. Uma voz importante na poesia francesa do pós-guerra, Edmond Jabès elude a categorização como escritor. A sua obra é um pastiche de diálogo, aforismo, fragmentos, poesia e canção; grande parte do seu trabalho concentra-se no livro como um lugar no qual as ideias – de exílio, Deus, o eu – são abordadas através de perguntas e de ecos.
Embora fosse ateu, a sua escrita refere-se ao misticismo judaico e à Cabala. Numa entrevista, Edmond Jabès explicou: "Para mim, as palavras 'judeu' e 'Deus' são, é verdade, metáforas. "Deus" é a metáfora do vazio; 'Judeu' representa o tormento de Deus, do vazio." A sua obra demonstra uma profunda melancolia e uma consciência aguda de que o judeu se constitui e permanece sempre no exílio.
"Sempre num país estrangeiro, o poeta usa a poesia como intérprete."

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