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El Doble

de Fiódor Dostoiévski
idioma: espanhol
Editor: ETERNA CADENCIA EDITORA SRL CUIT, novembro de 2013 ‧
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Fiodor Dostoievski publica una primera versión de El doble en 1846. Luego de algunas críticas negativas, y con ciertos apremios económicos, decide reescribirla y así aparece en 1866 una versión modificada, que circuló hasta la actualidad. En esta edición crítica de Alejandro Ariel González se presentan por primera vez las dos versiones, con un estudio preliminar que releva las diferencias entre ambas (la casi desaparición del registro de aventuras, cómico y hasta grotesco, y el aligeramiento del estilo del relato, por ejemplo) y los borradores para la reescritura que dejó el autor.

El Doble

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9789877120103
Editor: ETERNA CADENCIA EDITORA SRL CUIT
Data de Lançamento: novembro de 2013
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Coleção: Libros De Colorear Y
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9789877120103

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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