Eca'S English Letters

Portuguese Consul In England, 1874-1888

de Eça de Queirós
idioma: inglês
Editor: CARCANET PRESS LTD, outubro de 2000 ‧
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In Newcastle-upon-Tyne, an obscure young Portuguese consul, Eca de Queiros, writes regular letters to his Brazilian readers, giving a dry, gently amused, if not wholly impartial, account of English activities.

Eca'S English Letters

Portuguese Consul In England, 1874-1888

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9781857545005
Editor: CARCANET PRESS LTD
Data de Lançamento: outubro de 2000
Idioma: Inglês
Dimensões: 138 x 204 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 220
Tipo de produto: Livro
Coleção: From The Portuguese S.
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9781857545005

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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