É Assim que a Perdes
SINOPSE
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«De certa maneira, é como se fosse uma longa aula de escrita criativa em que por uma vez a criatividade servisse um propósito: a narração que se desdobra entre um inglês ponderado e um espanhol dominicano, quase de rua: o uso recorrente da segunda pessoa; as interligações entre as histórias […]; os exercícios meta-literários sobre a escrita. Só que Junot Díaz não deita a mão a estes recursos por destreza técnica, antes para nos dar os mais variados ângulos sobre a incapacidade do seu protagonista para encontrar a sua intimidade, para deixar a sua primeira pele.»
João Bonifácio, Público
«[…]nunca relatos sobre as ruínas da paixão amorosa foram tão honestos, tão brutais, tão no osso, tão na pele.»
José Mário Silva, Expresso
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896412999 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 138 x 235 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ficções |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896412999 |
OPINIÃO DOS LEITORES
É assim que nos prende...
Joana Afonso
Há muito que não não devorava as páginas de nenhum outro como fui obrigada a fazer com este. Duas noites, mal dormidas depois de dois dias de trabalho, foi o tempo que demorei a ler o livro. Uma narrativa crua, simples, natural e honesta, sem pudores nem artifícios. Uma abordagem leve e directa ainda que debruçada sobre episódios de tremenda seriedade e tristeza.
Pois perdes...
João Estrela
Pequenas historias de amores e desamores, com alguma surrealidade/piada tipica de emigrantes da republica dominicana. Junot Diaz escreve de uma maneira muito especial, que nos leva a entrar um bocadinho na mentalidade da america do sul, relativamente aos amores, fidelidade, familia... de uma maneira muito propria.
O amor e a perda por Junot Díaz
Isabel R.
De um modo fragmentado, em forma de contos dispostos numa apresentação não sequencial, Junot Diaz relata-nos as aventuras e desventuras de Yunior, um dominicano que emigra ainda criança para os EUA. As temáticas que emergem ao longo dos seus relatos (talvez um testemunho algo pessoal, tendo em conta as origens do autor) são o amor (ou várias “variantes” do amor), a infidelidade masculina, a perda, a emigração (e a envolvência que esta “condição” adquire enquanto estrangeiro num país onde se quer vingar, inserido na comunidade) e uma visão muito machista das mulheres, tudo isto acentuado com uma linguagem crua, vulgar e ordinária que não nos deixa de todos indiferentes, balançando entre um tom jocoso e mas, em igual modo, comovente.
Uma Voz Inconfundível
Ema Lucas
Com este livro regressei ao prazer incomensurável de encontrar uma nova voz, mas não são histórias que se recomendem a uma avó. Junot Díaz é desconcertantemente desbocado e que toda a sua linguagem sai numa enxurrada que nos leva pelas páginas fora, quase a perder o fôlego, pela força das palavras e pela violência da própria vida. É um livro incomensuravelmente bom, que nos faz lançar rotundas gargalhadas umas vezes, e nos comove até ao tutano noutras.
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