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Donde Muere La Muerte

de Francisco Brines
idioma: espanhol
Editor: Tusquets Editores S.A., julho de 2021 ‧
14,27€
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Libro largamente madurado y revisado, versos que se han ido depurando a través de los años, Donde muere la muerte es el poemario póstumo del recientemente fallecido Francisco Brines, Premio Cervantes 2020, y para muchos una de las grandes voces de la poesía contemporánea. Poemas intensos y quintaesenciados, que parecen desafiar a la muerte desde la rotunda afirmación de la vida, la celebración del amoráy la amistad, y que se resisten a aceptar la finitud y el olvido con la fuerza de la poesía imperecedera. Por todo ello, este libro es un acontecimiento.

Donde Muere La Muerte

de Francisco Brines

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411070188
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: julho de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788411070188

SOBRE O AUTOR

Francisco Brines

"Francisco Brines (nascido em Oliva, Valência, Espanha, em 1932) não é um desconhecido para os leitores portugueses de poesia: a Assírio editou em 1987 'Ensaio de Uma Despedida'. 'Antologia (1960-1986)', edição bilingue, com 79 poemas selecionados e traduzidos dos seus livros saídos até então - 'Las Brasas' (1960), 'Palabras de la Oscuridad' (1966), 'Aún no' (1971), 'Insistencias en Luzbel' e 'El Otoño de las rosas' (1986) -, com um prólogo de José Olivio Jiménez, crítico cubano que em diversos estudos demonstrou ser um dos conhecedores mais profundos da sua obra. Essa antologia é suficiente para patentear uma obra de raro valor, não só dentro da segunda geração poética espanhola do pós-guerra, a que Brines pertence, mas considerando-a no trajeto da poesia espanhola deste século, na linha de um António Machado, um Juan Ramón Jiménez, um Vicente Alexandre, um Luis Cernuda: o raro poder de uma linguagem, uma indagação admirável do destino inquietante do homem de hoje". José Bento, in "A Phala", nº 62
Em 2020 é-lhe atribuído o Prémio Cervantes.

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