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Antología Poética

de Francisco Brines
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, março de 2018 ‧
14,21€
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Francisco Brines es uno de los mayores poetas españoles de la segunda mitad del siglo XX. Su poesía, que es una lucha sin cuartel entre el amor y la muerte (el primero como afirmación de la vida y la segunda como su negación), viene marcada por la pugna entre la infancia como «territorio sagrado e incólume», Paraíso donde todo dura y donde no hay muerte, y la insoslayable y regular decepción que trae aparejada la experiencia vital. La presente antología poética cubre la entera trayectoria del autor, desde su primer poemario ( " Las brasas " , 1959) hasta el postrero ( " La última costa " , 1995), además de diez poemas publicados con posterioridad, pertenecientes a un libro inédito, que iluminan su última etapa. Selección e introducción de Ángel Rupérez

Antología Poética

de Francisco Brines

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491810599
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788491810599

SOBRE O AUTOR

Francisco Brines

"Francisco Brines (nascido em Oliva, Valência, Espanha, em 1932) não é um desconhecido para os leitores portugueses de poesia: a Assírio editou em 1987 'Ensaio de Uma Despedida'. 'Antologia (1960-1986)', edição bilingue, com 79 poemas selecionados e traduzidos dos seus livros saídos até então - 'Las Brasas' (1960), 'Palabras de la Oscuridad' (1966), 'Aún no' (1971), 'Insistencias en Luzbel' e 'El Otoño de las rosas' (1986) -, com um prólogo de José Olivio Jiménez, crítico cubano que em diversos estudos demonstrou ser um dos conhecedores mais profundos da sua obra. Essa antologia é suficiente para patentear uma obra de raro valor, não só dentro da segunda geração poética espanhola do pós-guerra, a que Brines pertence, mas considerando-a no trajeto da poesia espanhola deste século, na linha de um António Machado, um Juan Ramón Jiménez, um Vicente Alexandre, um Luis Cernuda: o raro poder de uma linguagem, uma indagação admirável do destino inquietante do homem de hoje". José Bento, in "A Phala", nº 62
Em 2020 é-lhe atribuído o Prémio Cervantes.

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