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Discurso De La Servidumbre Voluntaria

de Étienne de la Boétie
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Akal, abril de 2022 ‧
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Bajo un rey, un dictador o un tirano, ¿cómo es posible que tantas personas, pueblos o naciones enteras, se sometan a la voluntad de una minoría o incluso, a veces, bajo la de un solo hombre? ¿De dónde proviene su poder y su autoridad? No son dioses ni héroes; tampoco su naturaleza es distinta a la nuestra, sino que el poder que los sustenta es el que nosotros les damos: el sacrificio de nuestra libertad es la fuerza con que se nutren. En el momento en que cada uno de nosotros decida despojarles de ese privilegio, comprobaremos que caerán por su propio peso. Ni los Goliat son tan fuertes como nos parecen, ni nosotros, los David, tan débiles como nos presuponen.El Discurso de la servidumbre voluntaria, de Étienne de La Boétie, es uno de los clásicos del pensamiento político renacentista cuya influencia llega hasta la posmodernidad. Empleando la retórica de los clásicos griegos y latinos, la presente obra es el primer tratado moderno que se ocupa de la cuestión de la dominación y del fundamento de la distancia que media entre siervo y tirano. La Boétie realiza la más bella llamada a revisar los cimientos de la política y a analizar nuestra función en ella, así como una magnífica defensa y loa a la libertad.

Discurso De La Servidumbre Voluntaria

de Étienne de la Boétie

Propriedade Descrição
ISBN: 9788446051947
Editor: Ediciones Akal
Data de Lançamento: abril de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788446051947

SOBRE O AUTOR

Étienne de la Boétie

Étienne de la Boétie, nasceu a 1 de novembro de 1530 na comuna de Sarlat-la-Canéda, em França. Com apenas dez anos, Étienne, o mais novo de três irmãos, perdeu o pai, tendo a sua educação ficado a cargo do tio paterno, que lhe instilou o gosto pela literatura e pelo direito. Rodeado de magistrados e burgueses, interessa-se, desde cedo, pelas ideias humanistas e pela filologia antiga, que explorou através da tradução de vários autores clássicos, como Plutarco, Virgílio e Ariosto. Aos 18 anos, assiste às ondas de choque decorrentes da repressão violenta de uma sublevação popular contra a imposição de um novo imposto aos habitantes da província de Guiana. A brutalidade do acontecimento, que impressionou a elite intelectual da época, foi o mote para a primeira versão de Discurso sobre a Servidão Voluntária. A obra contra a tirania só foi publicada postumamente em 1576. Seguindo as pisadas do pai, ingressou em Direito na Universidade de Orleães e, ainda antes de concluir a sua formação em Direito Civil, tornou-se magistrado no Parlamento de Bordéus, dois anos antes da idade mínima. Em 1554 foi nomeado conselheiro na mesma instituição e casou com Marguerite de Carle, alargando assim o seu círculo social. Foi então que conheceu Michel de Montaigne, com quem estabeleceu uma profunda amizade pessoal e intelectual e a quem legou, em testamento, todos os seus manuscritos. Nos anos que se seguiram, marcados pela ascensão do protestantismo e das Guerras Religiosas, Étienne viajou várias vezes para Paris a fim de negociar a paz em nome do rei. Nessa altura confessou, num dos muitos poemas que escreveu, o seu desespero e impotência perante a destruição a que assistia, bem como o desejo de abandonar a França. Morreu a 18 de agosto de 1563, na casa do cunhado de Montaigne, ao lado do amigo. É em sua homenagem e memória que Montaigne publica, em 1580, o ensaio Da Amizade.

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