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Discours Sur L'Origine Et Les Fondements De L'Inégalité

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: francês
Editor: HATIER, agosto de 2011 ‧
7,24€
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L'homme est né libre, et partout il est dans les fers. C'est à élucider ce pardoxe, qui ouvre l'autre volet de son oeuvre politique, Du contrat social, que s'emploie Rousseau dan son Discours sur l'origine et les fondements de l'inégalité parmi les hommes. Son objectif est de retrouver l'idéal qui inspirera la fondation des institutions à venir. L'homme, libre à l'origine, doit rétablir volontairement sa nature estompée. C'est à ce respect de la nature, réfléchie et recomposée par l'intelligence et la raison, que nous invite Rousseau dans ce texte magistral. Le dossier - l'architecture de l'oeuvre - l'auteur et le contexte - chronologie - thèmes et problématiques de l'oeuvre - glossaire

Discours Sur L'Origine Et Les Fondements De L'Inégalité

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782218959028
Editor: HATIER
Data de Lançamento: agosto de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Classiques De La Philosophie Hatier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782218959028

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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