Diário Quase Filosófico
(2016-2020)
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5livros, setembro de 2021 ‧
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SINOPSE
A maior parte deste diário é formada por reflexões sobre temas de carácter filosófico, nomeadamente os problemas de Deus, do livre-arbítrio, do mal, da mente e do sentido da vida, que constituem o essencial da mundivisão do autor. Nele há também referências biográficas e alguma poesia.
O autor defende que as piores formas de mal têm a mesma origem - o acaso -, e que não devemos procurar no conceito de livre-arbítrio a explicação da parte do mal que é normalmente designada por mal moral. De resto, o conceito de livre-arbítrio é demasiado vago, visto não ser possível provar que um acto foi praticado livremente ou não. De facto, se uma pessoa praticou um acto A moralmente reprovável, como poderemos provar que ela poderia ter praticado um acto diferente de A? A afirmação "Escolheu fazer o mal porque é livre" não parece ser uma justificação convincente dessa escolha. o ser livre agirá sempre da melhor maneira possível em quaisquer circunstâncias, como Espinosa afirmou.
O mal devido à acção dum mass killer e o que resulta do rebentamento dum pneu defeituoso têm, em última análise, a mesma explicação - o acaso. Se esta explicação fosse compreendida por todos, as cadeias não existiriam para punir os criminosos mas para curar e reeducar as suas mentes.
O autor partilha com Espinosa a opinião de que o Universo é uma realidade necessária e que portanto não foi criado. Pensa também que Deus e a Humanidade não podem ser concebidos separadamente porque o amor e da amizade que os homens dedicam uns aos outros é que dão realidade à ideia de Deus.
«Deus chora em cada lágrima de homem ou de mulher, sorri em cada sorriso, canta em cada canção.»
Amado Nervo, in Plenitude, cap. 47
O autor defende que as piores formas de mal têm a mesma origem - o acaso -, e que não devemos procurar no conceito de livre-arbítrio a explicação da parte do mal que é normalmente designada por mal moral. De resto, o conceito de livre-arbítrio é demasiado vago, visto não ser possível provar que um acto foi praticado livremente ou não. De facto, se uma pessoa praticou um acto A moralmente reprovável, como poderemos provar que ela poderia ter praticado um acto diferente de A? A afirmação "Escolheu fazer o mal porque é livre" não parece ser uma justificação convincente dessa escolha. o ser livre agirá sempre da melhor maneira possível em quaisquer circunstâncias, como Espinosa afirmou.
O mal devido à acção dum mass killer e o que resulta do rebentamento dum pneu defeituoso têm, em última análise, a mesma explicação - o acaso. Se esta explicação fosse compreendida por todos, as cadeias não existiriam para punir os criminosos mas para curar e reeducar as suas mentes.
O autor partilha com Espinosa a opinião de que o Universo é uma realidade necessária e que portanto não foi criado. Pensa também que Deus e a Humanidade não podem ser concebidos separadamente porque o amor e da amizade que os homens dedicam uns aos outros é que dão realidade à ideia de Deus.
«Deus chora em cada lágrima de homem ou de mulher, sorri em cada sorriso, canta em cada canção.»
Amado Nervo, in Plenitude, cap. 47
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897823602 |
| Editor: | 5livros |
| Data de Lançamento: | setembro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 234 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 358 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 9789897823602 |
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