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Diario De Un Extranjero En París

de Curzio Malaparte
idioma: espanhol
Editor: Tusquets Editores S.A., março de 2014 ‧
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En 1933 Curzio Malaparte dejó París y regresó a Italia, donde pasó meses en la cárcel y fue condenado a cinco años de deportación. En 1947, después de los catorce años más tristes y peligrosos de su vida, según los califica él mismo, regresó a Francia. Tras aterrizar ?junto a Roberto Rossellini? en París, recorre con avidez todos los ambientes de la ciudad, que acaba de dejar atrás la segunda guerra mundial. Desde junio de 1947 hasta diciembre de 1948, Malaparte relata sus reencuentros con conocidos y amigos: escritores, editores, actrices, pintores y diplomáticos, al tiempo que afloran sus recuerdos del París de antes de la guerra y, sobre todo, toma nota de la transformación acelerada que experimenta toda Europa.

Diario De Un Extranjero En París

de Curzio Malaparte

Propriedade Descrição
ISBN: 9788483838464
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: março de 2014
Idioma: Espanhol
Dimensões: 148 x 228 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788483838464

SOBRE O AUTOR

Curzio Malaparte

Curzio Malaparte (pseudónimo de Kurt Erich Suckert) nasce em 1898, em Prato, perto de Florença. Aos dezasseis anos, em 1914, ainda a Itália não entrara na guerra, alista-se como voluntário no exército francês, recebendo a Cruz de Guerra com palma. Apoiante, numa fase inicial, do movimento fascista italiano e jornalista prolífico, Malaparte publica, em 1931, Técnica do Golpe de Estado, que lhe vale uma pena de prisão de cinco anos na ilha de Lipari.
Durante a II Guerra Mundial, ruma à Frente Leste como correspondente de guerra do Corriere della Sera, experiência essa que serve de mote para os seus livros mais célebres, Kaputt e A Pele. Depois da guerra, Malaparte, cujas afinidades políticas entretanto resvalam para a esquerda e cujo ateísmo se converte em catolicismo, continua a escrever, dedicando-se também ao teatro e ao cinema. Morre em 1957, em Roma.

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