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Dezoito Discursos Edificantes

de Soren Kierkegaard
Editor: Relógio D'Água, maio de 2023 ‧
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«Os dezoito discursos edificantes reunidos neste volume constituem a primeira tradução integral em língua portuguesa a partir do original dinamarquês homónimo, Atten opbyggelige Taler, saído em 1845. […]
O livro só será edificante para o leitor que o guarde dentro de si, para o leitor sábio que o receba com a mão certa, na mesma disposição do autor, nem que para tal accione poderes mágicos para se edificar a partir da base, para se erguer sobre novos alicerces — é essa a denotação dos componentes do termo dinamarquês opbygge, i.e., edificar, do qual provém opbyggelig, i.e., edificante

Da introdução de Elisabete M. de Sousa

Dezoito Discursos Edificantes

de Soren Kierkegaard

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897833458
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 235 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 464
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789897833458

Ceci n’est pas un sermon

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As traduções da Relógio d’Água são excelentes e poder ler Kierkegaard em Português é indescritível. Enquanto “Ou-Ou” (Either/Or) diverte, os Dezoito Discursos Edificantes (que não são sermões, como nos explicará o autor, repetidamente) conservam a crítica de Kierkegaard, ainda que noutro tom… mais austero. Trata de temas centrais: o coração humano, a dor (de Jó) e, como não poderia deixar de ser, a angústia. Textos que nos fazem pensar, como se o pregador estivesse a falar apenas para o leitor, numa pregação íntima.

SOBRE O AUTOR

Soren Kierkegaard

Filósofo religioso e crítico do racionalismo, é considerado o fundador do existencialismo, que se assumiu como uma das mais profundas e renovadoras correntes filosóficas do século XX. Dinamarquês, nasceu em Copenhaga em 1813 e morreu nesta cidade em 1855. Segundo Kierkegaard, o homem tem que renunciar a si mesmo para superar as limitações que a realidade lhe impõe e assim aceder ao transcendente, a Deus e à verdadeira individualidade. Neste sentido, realçou o existir concreto de um homem que anseia pela transcendência focando, consequentemente, os sentimentos de angústia e desespero inerentes a tal condição.

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