De Moto pela América do Sul

Diário de Viagem

de Ernesto Che Guevara
idioma: português, português do brasil
Editor: Sá Editora, Janeiro de 2001 ‧
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Este diário - reelaborado por Ernesto Che Guevara, em forma narrativa, graças às suas anotações detalhadas - é o relato da viagem feita por Che e seu amigo Alberto Granado, desde a Argentina até a Venezuela, em 1952. Aventura e emoção entremeadas de reflexões sobre múltiplos aspectos da América - a miséria dos índios, o espanto de conhecer o mar-, o mundo percebido pelos olhos de um jovem de 23 anos, disposto à surpresa e à compaixão, mas também querendo descobrir sua verdadeira vocação, aproveitar a vida, enamorar-se verdadeiramente. Tudo isso enquanto a moto segue pelas estradas poeirentas e arriscadas, perdendo peças pelo caminho, provocando tombos e episódios tragicômicos.

De Moto pela América do Sul

Diário de Viagem

de Ernesto Che Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9788588193062
Editor: Sá Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2001
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 140 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788588193062

SOBRE O AUTOR

Ernesto Che Guevara

Ernesto Che Guevara, um dos ícones do século XX, nasceu em Rosario, na Argentina, no dia 14 de junho de 1928. Ainda jovem estudante de medicina e depois novamente, mais tarde, quando concluiu o curso, percorreu a América Latina. Foram duas viagens que influenciaram decisivamente o seu desenvolvimento e formação, já que lhe permitiram encontrar o sentido da sua vida: a revolução. Viajou até ao México e conheceu Fidel Castro, convertendo-se de imediato num dos expedicionários que embarcariam com destino a Cuba. Os cubanos alcunharam-no carinhosamente de «Che». Nos dois anos em que durou a guerra em Cuba, tornou-se num dos mais proeminentes líderes, ocupando cargos da mais elevada responsabilidade, tanto durante a guerra como depois do triunfo revolucionário.
Deixou sempre bem claro o desejo categórico de intervir nas lutas independentistas da América Latina ou de qualquer outra região do mundo. Em 1966 encabeçou a luta guerrilheira na Bolívia, onde foi ferido, capturado e assassinado no mês de outubro de 1967.

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