A Estrada Para Oxiana
SINOPSE
Em 1933, Robert Byron partiu com a sua excêntrica personalidade numa viagem pelo Médio Oriente, passando por Beirute, Jerusalém, Bagdade e Teerão, tendo por destino final Oxiana — a região do rio Oxus, antigo nome do Amudária, que servia de fronteira entre o Afeganistão e a União Soviética. A chegada ao seu destino, a lendária Torre de Qabus, embora uma maravilha por si só, é muito menos extraordinária do que o registo profundamente cativante, e por vezes cómico, das suas aventuras. Para além da diversão que proporciona, este livro oferece um raro testemunho dos tesouros arquitectónicos de uma região actualmente inacessível para a maioria dos viajantes ocidentais.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma obra-prima.»
Bruce Chatwin
«Expressão brilhante da uma sensibilidade
profundamente moderna, o retrato de um
"homem acidental" à deriva entre fronteiras.»
Jonathan Raban, New York Review of Books
«Como Ulisses está para o romance do período
entre guerras e A Terra Devastada para a poesia,
assim se distingue A Estrada para Oxiana na
literatura de viagens.»
Paul Fussell
«Robert Byron foi o melhor escritor de
literatura de viagens da sua geração. Espirituoso,
volátil, combativo, instruído, o clássico
A Estrada para Oxiana conjuga erudição e
capacidade descritiva.»
Colin Thubron, Guardian
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896712334 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | outubro de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 199 x 33 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 416 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura de Viagem
|
| EAN: | 9789896712334 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Para quem gosta de viajar
JM
Este era um dos livros que acompanhava sempre Bruce Chatwin para onde quer que fosse, dai a minha curiosidade na sua leitura. Não fiquei desapontado, no final fica a sensação da enorme aventura aqui contada, das viagens e peripécias inerentes a quem se desloca naquela parte do mundo. Dados problemas que hoje a região enfrenta, a mesma torna-se impossível, mais importante se torna a leitura deste livro. Boa companhia de verão para todos.
a magia da viagem
nunes
Robert Byron tinha 28 anos quando deixou Veneza na companhia do seu amigo Christopher Sykes no rasto da torre funerária de Gonbad-e-Qabus, no nordeste da Pérsia. estava assim iniciada a viagem que mais tarde viria a ser transformada em livro, e esse livro de viagem transformado num ícone da literatura de viagem. Robert Byron ao longo desta viagem vai conhecendo o povo local, a Arquitetura, os políticos, religiosos e embaixadores. as suas descrições sobre a arquitetura dos edifícios são das melhores jamais escritas até hoje, pois os seus conhecimentos eram imensos, e o seu tom poético ao descrevê-las passou-as para a posteridade numa linguagem simples e direta. a viagem fez-se com avanços e recuos, devido a condições climatéricas ou contratempos de nível político e territorial, que Robert resolvia com os seus conhecimentos. neste livro existem descrições sobre arquitetura, o modo de vida nas aldeis e, aqui a descrição raia a Antropologia com grande sensibilidade no trato e na descrição. é um livro de viagem que nos dá um retrato descritivo do modo de vida das pessoas e da arquitetura dos seus lugares com muito ímpeto e simplicidade. é um livro que mostra o estado de espirito do que é ser um Grande Viajante.
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