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Diarios De Motocicleta

de Ernesto Che Guevara
idioma: espanhol
Editor: Los Libros de la Catarata, maio de 2021 ‧
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A finales de 1951, con tan solo veintitrés años, el joven Ernesto Guevara, aún lejos de convertirse en el legendario guerrillero que más tarde sería, emprendía junto con su amigo Alberto Granado un viaje que les llevaría a recorrer gran parte de América Latina en motocicleta. En las notas que escribió sobre su aventura se deja entrever la personalidad del joven Che, su determinación y sus ansias de explorar el mundo, así como una incipiente conciencia social, todos ellos rasgos esenciales de la personalidad del célebre líder revolucionario. Lo que aquí se narra es mucho más que una aventura juvenil; se trata de un viaje iniciático en el que el joven estudiante de medicina de clase media y sin grandes inquietudes políticas poco a poco comienza a convertirse en un hombre dispuesto a cambiar el mundo. Es precisamente ese espíritu transformador lo que hoy más que nunca nos atrae. Para los jóvenes de ahora, como escribe Ángeles Diez en el prólogo, ?este diario ha de ser leído como una promesa. La de un cambio cierto y necesario?.

Diarios De Motocicleta

de Ernesto Che Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9788413522500
Editor: Los Libros de la Catarata
Data de Lançamento: maio de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 139 x 220 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788413522500

SOBRE O AUTOR

Ernesto Che Guevara

Ernesto Che Guevara, um dos ícones do século XX, nasceu em Rosario, na Argentina, no dia 14 de junho de 1928. Ainda jovem estudante de medicina e depois novamente, mais tarde, quando concluiu o curso, percorreu a América Latina. Foram duas viagens que influenciaram decisivamente o seu desenvolvimento e formação, já que lhe permitiram encontrar o sentido da sua vida: a revolução. Viajou até ao México e conheceu Fidel Castro, convertendo-se de imediato num dos expedicionários que embarcariam com destino a Cuba. Os cubanos alcunharam-no carinhosamente de «Che». Nos dois anos em que durou a guerra em Cuba, tornou-se num dos mais proeminentes líderes, ocupando cargos da mais elevada responsabilidade, tanto durante a guerra como depois do triunfo revolucionário.
Deixou sempre bem claro o desejo categórico de intervir nas lutas independentistas da América Latina ou de qualquer outra região do mundo. Em 1966 encabeçou a luta guerrilheira na Bolívia, onde foi ferido, capturado e assassinado no mês de outubro de 1967.

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