Dánae e Penélope
Editor:
Dafne Editora, maio de 2025 ‧
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SINOPSE
Como uma chuva de ouro, o sémen de Zeus arrojou no corpo aprisionado de Dánae. Cortejada por inúmeros pretendentes, Penélope esperou paciente pelo retorno de Ulisses, o herói literário da Odisseia. Estas figuras da mitologia clássica encontraram-se numa colina de Campanhã, acompanhadas pela azáfama quotidiana de quem espera pelo autocarro.
Por entre os sussurros de pretendentes ansiosos, as esculturas de Francisco Tropa povoam os caminhos de um novo terminal de camionagem. As fotografias de André Cepeda capturaram o primeiro momento da sua existência material, do momento íntimo da concepção às oficinas fabris onde ganharam vida, até ao lugar que agora habitam na cidade do Porto.
O novo terminal rodoviário obrigou a movimentar terras, a paisagem transformou-se, construíram-se formas e espaços que confundem o chão do novo jardim na urbanidade difusa de um território em expansão. Na memória colectiva, as Penélopes de Tropa conversam com a Saudade de Soares dos Reis, célebre escultura de 1878 reproduzida nas revistas de especialidade e nos cemitérios da cidade. O líquido criador jorra entre orifícios perfurados no metal precioso das superfícies abstractas das Dánaes.
A arquitectura de Nuno Brandão Costa constrói o espaço para a cumplicidade entre os três autores deste livro: arquitecto, escultor e fotógrafo. Foi um processo que começou no reconhecimento do lugar, ganhou forma nos desenhos de projecto e vida no momento turbulento do estaleiro de obra. Agora, a vegetação que nasce toma conta do lugar na companhia das figuras clássicas e dos viajantes contemporâneos.
Por entre os sussurros de pretendentes ansiosos, as esculturas de Francisco Tropa povoam os caminhos de um novo terminal de camionagem. As fotografias de André Cepeda capturaram o primeiro momento da sua existência material, do momento íntimo da concepção às oficinas fabris onde ganharam vida, até ao lugar que agora habitam na cidade do Porto.
O novo terminal rodoviário obrigou a movimentar terras, a paisagem transformou-se, construíram-se formas e espaços que confundem o chão do novo jardim na urbanidade difusa de um território em expansão. Na memória colectiva, as Penélopes de Tropa conversam com a Saudade de Soares dos Reis, célebre escultura de 1878 reproduzida nas revistas de especialidade e nos cemitérios da cidade. O líquido criador jorra entre orifícios perfurados no metal precioso das superfícies abstractas das Dánaes.
A arquitectura de Nuno Brandão Costa constrói o espaço para a cumplicidade entre os três autores deste livro: arquitecto, escultor e fotógrafo. Foi um processo que começou no reconhecimento do lugar, ganhou forma nos desenhos de projecto e vida no momento turbulento do estaleiro de obra. Agora, a vegetação que nasce toma conta do lugar na companhia das figuras clássicas e dos viajantes contemporâneos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898217660 |
| Editor: | Dafne Editora |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 226 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Equações de Arquitectura |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Fotografia
|
| EAN: | 9789898217660 |
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