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Da Alma (De Anima)

de Aristóteles
Editor: Edições 70, março de 2015 ‧
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Nesta discussão dos problemas principais respeitantes à alma, que é o princípio vital de todos os seres vivos, Aristóteles visa fundamentalmente delinear uma teoria geral sistemática de um tema que pode ser considerado metafísico e abstracto.

Da Alma (De Anima)

de Aristóteles

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724418124
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: março de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 214 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textos Filosóficos
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789724418124

Sobre a alma

Leonor Lobo

Aristóteles e a alma, alma vista como mente. Como será que a interação entre corpo e alma? Será a alma algo corpóreo ou incorpóreo? Se for incorpóreo como poderá pertencer ao corpo e vice versa? Algumas das questões abordadas neste magnífico livro sobre o que é a "alma" (anima) e como a mesma se relaciona com o nosso corpo e tudo aquilo que lhe é exterior também. Aristóteles, um filósofo grego, aluno de Platão mas com obras que se inserem na nossa época contemporânea e durará muitos milhares de anos!

Psicologia em Aristóteles

A. F.

Obra interessante. Aborda o que Aristóteles entendia como a alma. Também estão presentes visões divergentes à do autor. Recomendo-se a quem estuda Psicologia ou Filosofia. Muito interessante a perspectiva do autor.

SOBRE O AUTOR

Aristóteles

Aristóteles nasceu em Estagira, na Calcídica. Apesar de ser da Macedônia, o grego era o idioma falado. Era filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas II, pai de Filipe II da Macedônia e avô de Alexandre, o Grande. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai. Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens de seu tempo, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela Academia platônica e nela permaneceu 20 anos, até 347 a.C., ano que morreu Platão. Com a morte de grande mestre e com a escolha do sobrinho de Platão, Espeusipo, para a chefia da Academia, Aristóteles partiu para Assos com alguns ex-alunos. Dois fatos parecem se relacionar com esse episódio: Espeusipo representava uma tendência que desagradava imensamente Aristóteles, isto é, a matematização da filosofia; e Aristóteles ter-se sentido preterido (ou rejeitado), já que se julgava o mais apto para assumir a direção da Academia. Em Assoo, Aristóteles fundou um pequeno círculo filosófico com a ajuda de Hérmias, tirano local e eventual ouvinte de Platão. Lá ficou por três anos e casou-se com Pítias, sobrinha de Hérmias. Assassinado Hérmias, Aristóteles partiu para Mitilene, na ilha de Lesbos, onde realizou a maior parte de suas famosas investigações biológicas. No ano de 343 a.C. chamado por Filipe II, tornou-se precetor de Alexandre, função que exerceu até 336 a.C., quando Alexandre subiu ao trono. Neste mesmo ano, de volta a Atenas, fundou o «Lykeion», origem da palavra Liceu cujos alunos ficaram conhecidos como peripatéticos (os que passeiam), nome decorrente do hábito de Aristóteles de ensinar ao ar livre, muitas vezes sob as árvores que cercavam o Liceu. Ao contrário da Academia de Platão, o Liceu privilegiava as ciências naturais. Alexandre mesmo enviava ao mestre exemplares da fauna e flora das regiões conquistadas. Seu trabalho cobria os campos do conhecimento clássico de então: filosofia, metafísica, lógica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, medicina e não só estabeleceu as bases de tais disciplinas quanto sua metodologia científica. Aristóteles dirigiu a escola até 323 a.C., pouco depois da morte de Alexandre. Os sentimentos antimacedônios dos atenienses voltaram-se contra ele que, sentindo-se ameaçado, deixou Atenas afirmando não permitir que a cidade cometesse um segundo crime contra a filosofia (alusão ao julgamento de Sócrates). Deixou a escola aos cuidados de seu principal discípulo, Teofrasto (371 a.C. - 287 a.C.) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia, onde morreu no ano seguinte.

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