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Crimes de Inverno

de Agatha Christie
Livro eBook
Editor: Edições Asa, novembro de 2021 ‧
15,90€
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Flocos de neve mortíferos e prendas perigosas.
Jantares envenenados e visitas misteriosas.
E como não podia deixar de ser, Hercule Poirot e Miss Marple.
Os dias estão a ficar mais curtos e as noites cada vez mais frias… esta é a melhor altura do ano para procurar o conforto de uma manta bem quente e a companhia dos melhores mistérios de inverno da Rainha do Crime.
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A escrita e o inverno: como as estações inspiram a literatura

Talvez seja a ideia mais romântica do ato de escrever: alguém metido numa cabana no meio de uma montanha gelada – frio fora, calor dentro – a escrever um romance. Também se dará o inverso: um calor tropical e um cenário gelado nos livros. Seja como for, aqui vão alguns exemplos de páginas com graus negativos. Há que pegar em luvas para ler estes livros.
Os russos cristalizaram, na literatura, aquela tonalidade cristal da neve. Bem se percebe: com temperaturas a chegar aos 40 negativos, e narrativas metidas nesses ambientes gelados, seria natural que o clima fizesse o seu caminho nos livros. Não deve ter existido clássico russo que não tivesse pés em neve fofa, corpos a precisar de embrulho. Este ambiente serviu para criar a ideia de lugares inóspitos, mesmo que habitados, a que se juntou o pessimismo de quem viu gelar os sonhos. Ler Dostoiévski ou Tolstoi implica encarar isto, e prosas contundentes, e nevascas fortes, frio que aleija a pele, e conhecer um país em que tanta gente vive num embate contra o ar.
Comecemos por Dostoiévski, que tão bem soube retratar a decadência, e com ela o desconforto. Aqui, o desconforto implica frio. Em Cadernos do Subterrâneo, publicado numa revista em 1864, temos uma história que impressiona pela crueza – e aqui cru é o que não viu lume. O narrador até dá pena: humilhado pela sociedade, humilha-se a si mesmo, e é isso que dá asco a quem o lê. Há qualquer coisa de repulsa naquela autovisão sem pó de arroz. As cores são sombrias, o ambiente é gélido, tudo sabe a desconforto, a vida que existe apesar das condições.

Crimes de Inverno

de Agatha Christie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892352626
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: novembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 235 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789892352626

Crimes de Inverno

Margarida

Ainda não li este livro. Acredito que seja muito bom porque gosto muita da escritora. Ao ler o índice, percebi que já tinha lido alguns dos crimes, mas já foi há muito tempo. O livro está em espera...pelos dias de Carnaval para se lido.

Crimes ou nem assim tanto

Ana Cristina Gomes

A autora, a Rainha do Crime, não podia desiludir, mas quando já estamos viciados em Poirot, ler estes contos, e muitos deles sem esta personagem e as suas características expressões como “Ma foi”, “C’est vrai”, “Mon Dieu!” ou “Précisément” (quando as lemos até parece que vemos o brilhante David Suchet na série) sabe tão a pouco. Três ou quatro contos com Poirot é mesmo tão pouco! Os vários contos são bons, mas confesso-me que este livro não me encheu de todo as medidas. Isto de ter as expetativas em alta ou de queremos muito algo e depois não se concretizar, é uma desilusão. Mas claro, serve o propósito de umas horas bem passadas, mas como são contos, a veia de detetive não dá para ser posta em prática.

Sempre empolgante

Marina

Agatha Christie é sempre uma escolha segura para quem gosta de livros de mistério. É uma leitura que se adivinha empolgante do início ao fim do livro.

Matar saudades de Miss Marple

Miguel Mósca

Um excelente livro para matarmos as saudades desta personagem incrível, numa série de deliciosos contos. Um livro que criou a vontade de revisitar as histórias originais de Jane Marple, como "Centeio que Mata" ou "Espelho Quebrado".

A Mestre do Crime

Marilia Correia De Barros

O que dizer mais sobre os livros da Rainha do Crime? Está coletânea de contos escolhidos é fantástica. Agatha Christie, mesmo eu sendo uma leitora de sempre desta mestre, relendo os seus livros não deixo de cada vez me assombrar com a trama pela escritora urdida. Recomendo.

Habitual suspense

Rita Torres

Um livro de contos que nos leva ao mundo de Agatha Cristie. Muito bom.

Contos

APS

É sempre um prazer ler Agatha Christie! Já li quase tudo desta escritora, por isso foi com grande satisfação que soube da publicação deste livro. Pequenas histórias, que nos trazem de volta Poirot, Miss Marple e outras personagens.

Uma excelente prenda natalicia!

Cristina M.

Sendo eu uma fã incontestável da rainha do Crime, fui a correr comprar este livro de contos, da inigualável Agatha Christie! Prefeito para ler nestes dias chuvosos e agrestes de Inverno! Recomendo a leitura, na companhia de uma bela chávena de chá quentinho.

SOBRE O AUTOR

Agatha Christie

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

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