Costumes e Foros de Castelo Bom
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Edições Colibri, outubro de 2018 ‧
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SINOPSE
Costumes e Foros de Castelo Bom, cujo original se reproduz nesta publicação, constituem como a própria tradução para português actual deixa facilmente perceber, um código de normas medievais para regulamentar a vida dos habitantes deste antigo concelho de Riba-Côa. Retoma, em começos do século XIII, muito do normativo dos designados Fueros Leoneses, em particular dos geograficamente mais próximos e tidos por modelares (com destaque para os de Ciudad Rodrigo, infelizmente desaparecidos), mas introduz algum cunho local entrosado com o fundo tradicional ou costumeiro.
Poderá perguntar-se sobre o seu interesse nos nossos dias. Além do contributo de avivar identidades regionais e até nacionais, cremos que os políticos podiam e deviam colher nesta vetusta legislação exemplos de medidas que pudessem evitar o estertor económico e sociocultural das comunidades humanas do esquecido Interior. Eram escassos os recursos naturais do alfoz, isto é, do termo do antigo concelho de Castelo Bom? Bastará fixar o olhar hoje, porque a natureza, por ela, pouco muda, para obter resposta.
E, no entanto, por entre os barrocos graníticos germinavam plantas de civilização, como os cereais, as hortaliças, a vinha ou o linho; além de vicejarem, ainda que a custo, ervagens e árvores de baga que permitiam criar cavalos (para fazer a guerra), bois (para arar as parcas terras), ovelhas, cabras e porcos (para produzirem lã, leite e carne). Enfim, os vizinhos da vila e os moradores das aldeias deste concelho leonês (depois português a partir de 1297) souberam associar às indústrias básicas da agricultura e da pecuária os proventos da guerra, das artes menores e dos serviços indispensáveis.
Poderá perguntar-se sobre o seu interesse nos nossos dias. Além do contributo de avivar identidades regionais e até nacionais, cremos que os políticos podiam e deviam colher nesta vetusta legislação exemplos de medidas que pudessem evitar o estertor económico e sociocultural das comunidades humanas do esquecido Interior. Eram escassos os recursos naturais do alfoz, isto é, do termo do antigo concelho de Castelo Bom? Bastará fixar o olhar hoje, porque a natureza, por ela, pouco muda, para obter resposta.
E, no entanto, por entre os barrocos graníticos germinavam plantas de civilização, como os cereais, as hortaliças, a vinha ou o linho; além de vicejarem, ainda que a custo, ervagens e árvores de baga que permitiam criar cavalos (para fazer a guerra), bois (para arar as parcas terras), ovelhas, cabras e porcos (para produzirem lã, leite e carne). Enfim, os vizinhos da vila e os moradores das aldeias deste concelho leonês (depois português a partir de 1297) souberam associar às indústrias básicas da agricultura e da pecuária os proventos da guerra, das artes menores e dos serviços indispensáveis.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896893842 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | outubro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 232 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 282 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789896893842 |
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