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Correspondance Consulaire De Chine ; 1896-1909

de Paul Claudel
idioma: francês
Editor: PU DE FRANCHE COMTE, maio de 2005 ‧
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Claudel, après les postes de New York et Boston, demande le Japon et obtient la Chine. Il débarque à Shangai le 14 juillet 1895 et quitte son dernier consulat, Tien tsin, en août 1909 pour celui de Prague. Il est donc le témoin actif mais sans beaucoup d'illusions de l'agonie du vieil empire. Il nous a laissé des documents précieux pour qui veut comprendre l'histoire de la Chine, mais aussi la sienne propre. Ils nous font voir quatorze années, à la charnière des deux derniers siècles, de sa vie professionnelle, avec des ouvertures particulièrement éclairantes sur sa vie privée, voire intime. Ils sont indispensables à la compréhension de l'un des moments les plus mystérieux de son existence, mais aussi plus généralement de la formation de sa pensée, voire de l'affirmation de son génie.

Correspondance Consulaire De Chine ; 1896-1909

de Paul Claudel

Propriedade Descrição
ISBN: 9782848670874
Editor: PU DE FRANCHE COMTE
Data de Lançamento: maio de 2005
Idioma: Francês
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sauvegarde
Classificação Temática: Livros em Francês > História > História da Idade Média
EAN: 9782848670874

SOBRE O AUTOR

Paul Claudel

Poeta francês, dramaturgo e diplomata, cujo trabalho mostra a influência do Catolicismo, de S. Tomás de Aquino e Dante. De todos os seus trabalhos é de destacar Cinq Grandes Odes - Cinco Grandes Odes - (1910) e Les Soulier de Satin - O Sapato de Santanás - (1929).
Nasceu em Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois, em Aisne (cidade onde se desenrola a peça), no seio de uma família de fazendeiros de classe média.
Após terminar os seus estudos, em Paris, tornou-se diplomata em 1898. Dois anos depois entrou para a Abadia de Ligugé como oblata da ordem Beneditina.
Casou-se em 1906 com Sainte-Marie Perrin e dado que era diplomata passou a maior parte dos anos, até 1934, fora de França: América, China, Brasil, Itália, entre outros, e já como embaixador em Tóquio e Washington (1927-1933) e, finalmente, em Bruxelas. Em 1935 retirou-se para o seu castelo em Brangues (Isêre).
Apesar da oponência Nazi, Paul Claudel consegue escrever uma Ode triunfal para Pétain, em 1940, e outra, mas desta vez para o General De Gaulle, em 1944, sem ser acusado de oportunismo. Em 1944 foi eleito para a Academia Francesa e no dia 1 de Maio de 1950 foi honrado pelo Papa numa cerimónia pública e inaudita.
Morreu em Paris em Fevereiro de 1955.

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