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Correio Literário

de Wislawa Szymborska
Editor: Flaneur, junho de 2026 ‧
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No 30.º aniversário da atribuição do Nobel de Literatura a Wislawa Szymborska, damos a conhecer outra faceta da poeta. Ao assumir, em 1953, a chefia da secção Correio Literário do semanário Vida Literária, Szymborska tornou-se responsável pela apreciação de poemas e contos que aspirantes a escritores enviavam para a redacção. Szymborska publicou, então, um conjunto de miniaturas de crítica literária, nada convencionais, nas quais avultavam brilhantismo intelectual, vasta erudição e um sentido de humor inigualável.

Correio Literárioszymborskiana de literatura, sendo altamente recomendável a aspirantes a escritores e críticos literários, bem como todos os que apreciam prosa humorística.

Este livro foi traduzido do polaco por Teresa Fernandes Swiatkiewicz.

Correio Literário

de Wislawa Szymborska

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893679449
Editor: Flaneur
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 185 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 166
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789893679449

SOBRE O AUTOR

Wislawa Szymborska

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1996

Poetisa e mulher de letras polaca, Wislawa Szymborska nasceu a 2 de julho de 1923 em Bnin, nas cercanias de Kornik. Acompanhou a família na sua mudança para Cracóvia em 1931.
Após um período difícil para a Polónia, invadida pelos alemães em 1939, a paz trouxe um novo alento a Szymborska, que, em 1945, não só pôde ingressar na Universidade de Jagelão, em Cracóvia, como estudante de Literatura Polaca e Sociologia, como também se estreou como poetisa, ao publicar o seu trecho "Szukam Slowa" num jornal proeminente.
Concluiu o seu primeiro livro em 1948, uma coletânea de poemas que não chegou a ser publicada, já que o regime comunista caracterizou o trabalho como demasiadamente burguês. Alterando o seu discurso, politizando-o, conseguiu dedilhar as tramas da censura, e publicou Dlagtego Zyjemy (1952, Por Isso Vivemos).
Contribuindo regularmente para a imprensa, Szymborska foi editora de poesia e colunista no semanário literário de Cracóvia, o Zycle Literackie, entre 1953 e 1981. Traduziu também várias obras de poesia francesa, mas continuou no entanto a compor poesia, aparecendo com obras como Wolanie Do Yeti (1957, Apelo ao Yeti), em que se demarca dos ideais socialistas, e que lhe garante renome a nível internacional, e Sól (1962, Sal), em que exprime um certo pessimismo quanto ao futuro da humanidade, aliado a uma certa esperança nos poderes da imaginação, único meio para atingir uma parte da felicidade. De mencionar também as obras Wiersze Wybrane (1964), Sto Pociech (1967), Ludzie Na Moscie (1986) e Koniec I Poczatec (1993). Chwila surgiu em 2002, quando a poetisa contava já setenta e nove anos de idade. Alguns dos seus artigos periódicos foram compilados em Lektury Nadobowiazkowe (1973-81).
Laureada com inúmeros prémios literários, entre os quais se destacam o Goethe, em 1991, o Herder, em 1995 e, de maior relevo, o Prémio Nobel da Literatura em 1996, Szymborska recebeu um doutoramento em Honoris Causa pela Universidade de Poznán em 1995.

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