Contos de Algernon Blackwood

de Algernon Blackwood
Editor: Saída de Emergência, outubro de 2013 ‧
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Por vezes bizarro, perturbador, assustador, e sublime, apresentamos nesta obra uma seleção dos melhores contos incomparáveis do mestre ilusionista Algernon Blackwood.
Evocando as forças misteriosas da Natureza, toda a escrita de Blackwood percorre a nebulosa fronteira entre a fantasia, o surpreendente, a admiração e o horror. Nesta antologia, Blackwood mostra a melhor faceta do seu trabalho, incluindo «Os Salgueiros» que Lovecraft apontou como sendo «o melhor weird tale em toda a literatura», «O Wendigo», «Luzes Antigas», «A Outra Ala» e «O Homem à Escuta».

«Os seus contos são os melhores “wierd tales” do seu século e… de qualquer outro.»
H.P. Lovecraft

Contos de Algernon Blackwood

de Algernon Blackwood

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896375287
Editor: Saída de Emergência
Data de Lançamento: outubro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 232 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Bang!
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
Livros em Português > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9789896375287

Dos melhores contos que já li

M. G.

Adorei estes contos. Algernon Blackwood tornou-se um dos meus escritores preferidos após esta leitura. Espero que toda a sua obra possa ser traduzida para português em breve.

Demorado

Patrícia B.

Esperava uma leitura mais agradável. Achei os contos aborrecidos.

SOBRE O AUTOR

Algernon Blackwood

Blackwood foi um dos mais prolíferos escritores de "ghost stories" de sempre. Defendido pelos críticos como o mais consistente e misterioso escritor do género, viu os seus contos serem considerados como os melhores contos "weird" do seu século e de qualquer outro. Nasceu perto de Londres e foi educado no Wellington College.
Era filho de um administrador dos correios e teve uma carreira muito variada: desde agricultor no Canadá, a empregado de hotel, a repórter de imprensa em Nova Iorque, a bartender, modelo, Jornalista do New York Times, secretário privado, homem de negócios e professor de violino. Foi ensaísta para vários periódicos e nos anos 30 regressou à Inglaterra onde começou a escrever contos do sobrenatural. Teve muito sucesso e escreveu pelo menos 10 coleções de pequenos contos aparecendo na rádio e televisão para os contar. Escreveu também 14 obras, alguns livros para crianças e um número de peças de teatro. Um amante da natureza e da vida ao ar livre, não o esconde nas suas histórias. Jack Sullivan faz notar que a vida de Blackwood é mais um reflexo da sua obra do que qualquer outro contista ou escritor de contos de fantasmas. Tal como os seus protagonistas, ele era misterioso e aventureiro, quando penetrava no ocultismo, rosacrucianismo e budismo, era provável que estivesse a fazer ski ou montanhismo. Era membro de algumas ordens e contemporâneo de Arthur Machen (publicado pela Sde 2007 e 2009).
Não se sabe ao certo (nem o próprio sabia) quantos contos já havia escrito. As suas obras procuram menos assustar do que provocar desconforto.

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