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Contos ao Luar

Livro 1

de Júlio César Machado

editor: Europress, abril de 1993
Buscando os argumentos dos seus folhetins e contos na vida da Lisboa boémia oitocentista: nos teatros, na ópera, nos anais, nos salões de baile, nos botequins e, sobretudo, na rua, Júlio César Machado é um prolixo escritor que, ao seu tempo, teve a aura da glória e do reconhecimento público. "Contos ao Luar" é uma colectânea onde a vida da Lisboa do século XIX perpassa colorida, em todos os tons, pelos imbróglios amorosos de um sentimentalismo tão ao gosto da época. Nesta reedição de "Contos ao Luar" cabe, ainda, uma referência especial ao prefácio da autoria de Vitor Wladimiro Ferreira, um especialista da literatura portuguesa oitocentista. Mais do que um prefácio, um notável ensaio sobre o autor e a sua época.

Contos ao Luar

de Júlio César Machado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725591475
Editor: Europress
Data de Lançamento: abril de 1993
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 227 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Heuris
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789725591475
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Júlio César Machado

Júlio César da Costa Machado (Lisboa, 1835-1890) nasceu numa família de posses e conviveu desde cedo, pela mão do pai, no meio literário e teatral lisboeta. Foi jornalista, tradutor, autor de romances, contos e peças de teatro, destacando-se como um dos mais célebres folhetinistas e cronistas do seu tempo. Publicou o seu primeiro romance, Estrela d’Alva, com apenas 14 anos, na revista A Semana, de Camilo Castelo Branco, de quem se tornaria amigo íntimo. O seu pai morreu em 1852, deixando-lhe dívidas que o obrigaram a obter, desde jovem, rendimento da escrita. Tornou-se tradutor, folhetinista, cronista, colaborando em dezenas de periódicos: A Revolução de Setembro, Revista Universal Lisbonense, Diário de Notícias, Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, Revista Ocidental, Ilustração Portuguesa, Eco Literário, este último cofundado por si em 1886. Os seus textos eram simultaneamente populares e apreciados pelos pares, que lhe admiravam o humor, o estilo coloquial e ligeiro, a atenção aos temas do quotidiano. Publicou vários livros, nomeadamente Cláudio (1952), A Vida em Lisboa (1958), Contos ao Luar (1861), Cenas da minha Terra (1862) e Contos a Vapor (1863). Muitos dos seus folhetins e crónicas de viagem, entre os quais Do Chiado a Veneza, foram reunidos em volume. Em 1890, na sequência do suicídio do seu filho único, Júlio César Machado pôs termo à vida.

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