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Confessions

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, maio de 2008 ‧
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In his Confessions Jean-Jacques Rousseau tells the story of his life, from the formative experience of his humble childhood in Geneva, through the achievement of international fame as novelist and philosopher in Paris, to his wanderings as an exile, persecuted by governments and alienated from the world of modern civilization. In trying to explain who he was and how he came to be the object of others' admiration and abuse, Rousseau analyses with uniqueinsight the relationship between an elusive but essential inner self and the variety of social identities he was led to adopt. The book vividly illustrates the mixture of moods and motives that underlie the writing of autobiography: defiance and vulnerability, self-exploration and denial, passion, puzzlement,and detachment. Above all, Confessions is Rousseau's search, through every resource of language, to convey what he despairs of putting into words: the personal quality of one's own existence.

Confessions

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199540037
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: maio de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 134 x 200 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 720
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Biografias
Livros em Inglês > Literatura > História da Literatura
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780199540037

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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