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Como Va El Planeta La Pequeña Filosofia De Mafalda

de Quino
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, julho de 2026 ‧
8,06€
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«¿Y POR QUÉ NO INICIAMOS DE UNA BUENA VEZ LA TAN POSTERGADA CONSTRUCCIÓN DE UN MUNDO MEJOR?» La pequeña indignada más famosa del mundo reflexiona con descaro sobre las grandes cuestiones de la vida Mafalda no se considera una niña pesimista ?más bien realista?, pero si se detiene a observar cómo tratamos la Tierra, no hace sino encontrar razones para preocuparse. «¿Cómo va el planeta?» es una de las preguntas que se plantea constantemente, y las respuestas que encuentra le parecen cada vez más deprimentes..., pero no hay nada que el humor no pueda combatir.La crítica ha dicho...«Quino, el grande Quino, seguirá vivo en su Mafalda, que nos enseñó que, como siempre, lo urgente no deja tiempo para lo importante.»Héctor Abad Faciolince«Nunca he amado a una mujer que no haya amado previamente a Mafalda.»Manuel Jabois«Qué importante has sido en nuestras vidas. [...] Siempre estaban tus viñetas dando sentido a los detalles absurdos de la vida y la sociedad. Cada lección era un guiño de risa silenciosa que se volvía carcajada y suspiro, filosofía pura, crítica social, lenguaje de gestos expresivos y pequeños detalles, el humor más refinado concentrado en los dibujos. Qué gran compañero has sido.»Ana Merino«Las nuevas generaciones siguen leyendo a Mafalda con regocijo. No es un simple vestigio del pasado o un recuerdo nostálgico, sino un personaje muyvivo que sigue incendiando conciencias y promoviendo el inconformismo.»Rafael Narbona, El Cultural«Como Charlie Brown o Nancy, Mafalda es un instrumento para proyectar, a través de la infancia, las miserias de los adultos y las contradicciones de este valle de lágrimas. ¡Aleluya!»Vicent Sanchis, Catorze«Con ustedes, la filósofa con lacito con la que han crecido varias generaciones, [...] la Greta Thunberg de la historieta. [...] Por su espíritu contestatario, humor cuchillero y costumbrismo con guiños progres, Mafalda jamás pasará de moda. [...] Quino se ganó la inmortalidad y los amantes de las viñetas una heroína para todos los públicos. Una que, a la que te descuidas, te suelta en plan filósofa: "¿Qué te gustaría ser si vivieras?".»E l Mundo«Mafalda, esa niña que, a estas alturas, ya debería ser Patrimonio de la Humanidad. Básica parala vuelta a la rutina.»El País«No tiene importancia lo que yo pienso sobre Mafalda. Lo importante es lo que Mafalda piensa de mí.»Julio Cortázar«Mafalda es una heroína de nuestro tiempo.»Umberto Eco«Creo que, junto con El Eternauta, Mafalda es la historieta más influyente.Es un icono argentino como el alfajor, Fangio, Gardel o el Obelisco. Mafalda está en el subconsciente argentino.»Liniers«Afortunadamente, no me puedo imaginar a Mafalda sino como la graciosa niña que fue, es y será siempre. Los personajes de historieta tienen ese privilegio (enarbolado por PeterPan) de no envejecer.»Roberto Fontanarrosa«Mafalda es, digámoslo de una vez, más humana que muchos seres humanos.»Román Gubern

Como Va El Planeta La Pequeña Filosofia De Mafalda

de Quino

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426433961
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788426433961

SOBRE O AUTOR

Quino

Autor de banda desenhada (BD), caricaturista e ilustrador argentino, Quino, pseudónimo de Joaquín Salvador Lavado ((Mendoza, Argentina, 17 de julho de 1932 - 30 de setembro de 2020), sendo filho de imigrantes espanhóis originários de Fuengirola (Málaga).
Uma vez terminados os estudos em Belas-Artes, Quino tentou a sua sorte como desenhador na capital argentina, Buenos Aires, quando tinha 18 anos. Não conseguindo trabalho, regressou a casa e fez diversos cartazes publicitários nos seus primeiros anos de trabalho, até que se mudou para Buenos Aires, em 1954, onde o seu trabalho acabaria por, a pouco e pouco, ser devidamente reconhecido.
Começou a trabalhar como ilustrador para títulos tão diversos como Avivato, Esto Es, Que, Siete Dias, Tia Vicenta, Vea y Lea, entre outros, fazendo abundante número de caricaturas. Nos seus primeiros trabalhos nota-se que sofreu influências plásticas de Walt Disney e do argentino Guillermo Divito.
Mundo Quino, título do seu primeiro livro, foi editado em 1963.
Em 1964 surgiu a sua personagem emblemática, Mafalda, a contestatária, série de banda desenhada publicada nos jornais em tiras (curta sequência de quadradinhos), que inicialmente tinha sido imaginada para uma campanha publicitária a eletrodomésticos e que, entretanto, acabou por ser recusada. Inicialmente, Mafalda foi publicada no suplemento de humor da revista Leoplán, com três tiras, passando a surgir regularmente em Primera Plana (1964), depois no El Mundo (1965) e finalmente no Siete Dias (1967), terminando em 1973, apesar do grande sucesso alcançado em diversos países. Esta decisão prendeu-se com o desejo do autor de se dedicar inteiramente ao desenho de humor, à caricatura, por um lado, e de não cair na sempre dificilmente inevitável armadilha da repetição de ideias. A popularidade e atualidade da Mafalda continuam, apesar da BD desta personagem ter terminado há décadas. Para além disso, está associada a séries de desenhos animados e a diversos produtos derivados.
A obra de Quino é muito vasta, encontrando-se editada nas principais línguas. Os seus Cartoons, aparentemente tão simples, retratam como poucos os inacreditáveis meandros da burocracia, a sempre surpreendente estupidez humana, a prepotência dos mais fortes sobre os mais fracos, entre outras célebres evocações que são recorrentes da sua obra, marcada por um humor e um grafismo sem igual.
O autor, que em Portugal tem um grande número de livros editados pela Dom Quixote, Bertrand e Teorema, já se deslocou ao nosso país para encontros com os jornalistas e os leitores portugueses em 2001 e em 2003.
Foi distinguido várias vezes, destacando-se: o Troféu Palma de Ouro do Salão Internacional de Humorismo de Bordighera (1978), "Desenhista do Ano" a nível mundial (1982), o Prémio B' nai B' rith Derechos Humanos (1998) e o Prémio Quevedos de Humor Gráfico (2001).
Foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias na categoria de Comunicação e Humanidades em 2014.

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