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Comédia de Maus Costumes

de Romeu Correia
Editor: Oro, novembro de 2017 ‧
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Figuras: ANTÓNIO, EMÍLIA e MARTA (família de operário);
ADOLFO, D. HELENA e TERESA (família de chefe de repartição);
TIA CUSTÓDIA (senhora solteira que empresta dinheiro a juros);
DR. ÓSCAR PACHECO (presidente do conselho de administração de um banco);
ABÍLIO (polícia-de-choque);
RITA (artista de travesti);
MATOS (operário e amigo de António);
PADRE MAURÍCIO (personagem desempenhada pelo mesmo actor de Rita).

Verão quente, após 25 de Abril de 1974.

Comédia de Maus Costumes

de Romeu Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899979680
Editor: Oro
Data de Lançamento: novembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 210 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
EAN: 9789899979680

SOBRE O AUTOR

Romeu Correia

Romeu Correia (Almada, 1917-1996) foi escritor e dramaturgo. Colaborou em várias publicações como o suplemento cultural de O Comércio do Porto, Vértice, Sílex e Jornal Record, mas foi como ficcionista e dramaturgo que se destacou, inserindo-se inicialmente na corrente Neorrealista.
As suas obras são marcadas por uma forte ligação às fontes da literatura oral popular, e decorrem frequentemente em ambientes como os do circo, das feiras, do teatro de fantoches ou outros grupos marginais à sociedade, aliando, porém, estas características a técnicas dramáticas do teatro de vanguarda. Paralelamente à carreira literária, Romeu Correia foi atleta de competição em atletismo, chegando a ser campeão de boxe amador.
É autor das peças teatrais Casaco de Fogo (1953), Céu da Minha Rua (1955), O Vagabundo das Mãos de Ouro (1960), Bocage (1965), Cravo Espanhol (1970), entre outras. No género romance assinou obras como Trapo Azul (1948), Calamento (1950), Bonecos de Luz (1961), Tritão (1982) e Cais do Ginjal (1989). Ao longo da sua carreira obteve as seguintes distinções: Prémio da Crítica Teatral (1962), Óscar de Honra da Casa da Imprensa (1962), Prémio da Imprensa Regional (1965), Prémio da Casa da Imprensa (1972), Prémio Académico Ricardo Malheiros (1976) e o Prémio 25 de Abril da Associação de Críticos de Teatro (1984).
Nos últimos anos da sua vida, Romeu Correia foi um dos dramaturgos mais representados por grupos amadores e profissionais de teatro em Portugal.

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