Cais do Ginjal

de Romeu Correia
Editor: Edições Colibri, Janeiro de 2021 ‧
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Novela semi-biográfica sobre a adolescência tendo como pano de fundo o Cais do Ginjal (Cacilhas/Almada), nos anos 30.

O texto faz uma reflexão sobre o processo de crescimento, com laivos de um certo realismo mágico, ao mesmo tempo que retrata a conjuntura social e política da época.

Cais do Ginjal

de Romeu Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895660230
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 210 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 226
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Romeu Correia
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895660230

SOBRE O AUTOR

Romeu Correia

Romeu Correia (Almada, 1917-1996) foi escritor e dramaturgo. Colaborou em várias publicações como o suplemento cultural de O Comércio do Porto, Vértice, Sílex e Jornal Record, mas foi como ficcionista e dramaturgo que se destacou, inserindo-se inicialmente na corrente Neorrealista.
As suas obras são marcadas por uma forte ligação às fontes da literatura oral popular, e decorrem frequentemente em ambientes como os do circo, das feiras, do teatro de fantoches ou outros grupos marginais à sociedade, aliando, porém, estas características a técnicas dramáticas do teatro de vanguarda. Paralelamente à carreira literária, Romeu Correia foi atleta de competição em atletismo, chegando a ser campeão de boxe amador.
É autor das peças teatrais Casaco de Fogo (1953), Céu da Minha Rua (1955), O Vagabundo das Mãos de Ouro (1960), Bocage (1965), Cravo Espanhol (1970), entre outras. No género romance assinou obras como Trapo Azul (1948), Calamento (1950), Bonecos de Luz (1961), Tritão (1982) e Cais do Ginjal (1989). Ao longo da sua carreira obteve as seguintes distinções: Prémio da Crítica Teatral (1962), Óscar de Honra da Casa da Imprensa (1962), Prémio da Imprensa Regional (1965), Prémio da Casa da Imprensa (1972), Prémio Académico Ricardo Malheiros (1976) e o Prémio 25 de Abril da Associação de Críticos de Teatro (1984).
Nos últimos anos da sua vida, Romeu Correia foi um dos dramaturgos mais representados por grupos amadores e profissionais de teatro em Portugal.

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