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Coleccion Mafalda 11 Tomos En Una Lata Edicion Limitada

de Quino
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, novembro de 2025 ‧
61,06€
54,95€
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portes grátis
Los 11 tomos de tiras de Mafalda reunidos en una preciosa caja de regalo. Mafalda es, junto a sus amigos Felipe, Susanita, Manolito, Miguelito y Libertad, un símbolo de nuestra sociedad. Una niña inconformista, solidaria y sensible que nació en 1964, como decía Quino, como «una niña que intenta resolver el dilema de quiénes son los buenos y quiénes los malos en este mundo». Desde el principio dio muestras de un gran espíritu crítico, y ya en sus primeras viñetas le construía un diván a su muñeca para psicoanalizarla. Hoy Mafalda sigue invitándonos a pensar, a huir del prejuicio, a amar y a soñar con un mundo mejor, y seguimos acudiendo a ella para conseguir entendernos a nosotros mismos y al loco mundo en que vivimos. «Mafalda es una heroína de nuestro tiempo», dijo Umberto Eco, su primer editor en Europa, y los grandes temas a los que se enfrenta son los de todo ser humano: el amor, la solidaridad, el odio, los celos, la amistad, la soledad, la incomprensión, la empatía, el miedo... Quino creó una obra universal en la que lo encontramos todo, y por eso decimos que «Todo está en Mafalda». Esta edición especial presenta los 11 tomos de la colección de tiras cómicas de la polémica, concienciada y entrañable Mafalda en una elegante caja de lata.La crítica ha dicho...«Mafalda es una heroína de nuestro tiempo.»Umberto Eco «Quino, el grande Quino, seguirá vivo en su Mafalda, que nos enseñó que, como siempre, lo urgente no deja tiempo para lo importante.»Héctor Abad Faciolince «Nunca he amado a una mujer que no haya amado previamente a Mafalda.»Manuel Jabois«Qué importante has sido en nuestras vidas. [...] Siempre estaban tus viñetas dando sentido a los detalles absurdos de la vida y la sociedad. Cada lección era un guiño de risa silenciosa que se volvía carcajada y suspiro, filosofía pura, crítica social, lenguaje de gestos expresivos y pequeños detalles, el humor más refinado concentrado en los dibujos. Qué gran compañero has sido.»Ana Merino «Las nuevas generaciones siguen leyendo a Mafalda con regocijo. No es un simple vestigio del pasado o un recuerdo nostálgico, sino un personaje muy vivo que sigue incendiando conciencias y promoviendo el inconformismo.»Rafael Narbona, El Cultural «Con ustedes, la filósofa con lacito con la que han crecido varias generaciones, [...] la Greta Thunberg de la historieta. [...] Por su espíritu contestatario, humor cuchillero y costumbrismo con guiños progres, Mafalda jamás pasará de moda. [...] Quino se ganó la inmortalidad y los amantes de las viñetas una heroína para todos los públicos. Una que, a la que te descuidas, te suelta en plan filósofa: "¿Qué te gustaría ser si vivieras?"»El Mundo «Mafalda, esa niña que, a estas alturas, ya debería ser Patrimonio de la Humanidad. Básica para la vuelta a la rutina.»El País «No tiene importancia lo que yo pienso sobre Mafalda. Lo importante es lo que Mafalda piensa de mí.»Julio Cortázar«Afortunadamente, no me puedo imaginar a Mafalda sino como la graciosa niña q...

Coleccion Mafalda 11 Tomos En Una Lata Edicion Limitada

de Quino

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426433589
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 213 x 144 x 79 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 1056
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788426433589

SOBRE O AUTOR

Quino

Autor de banda desenhada (BD), caricaturista e ilustrador argentino, Quino, pseudónimo de Joaquín Salvador Lavado ((Mendoza, Argentina, 17 de julho de 1932 - 30 de setembro de 2020), sendo filho de imigrantes espanhóis originários de Fuengirola (Málaga).
Uma vez terminados os estudos em Belas-Artes, Quino tentou a sua sorte como desenhador na capital argentina, Buenos Aires, quando tinha 18 anos. Não conseguindo trabalho, regressou a casa e fez diversos cartazes publicitários nos seus primeiros anos de trabalho, até que se mudou para Buenos Aires, em 1954, onde o seu trabalho acabaria por, a pouco e pouco, ser devidamente reconhecido.
Começou a trabalhar como ilustrador para títulos tão diversos como Avivato, Esto Es, Que, Siete Dias, Tia Vicenta, Vea y Lea, entre outros, fazendo abundante número de caricaturas. Nos seus primeiros trabalhos nota-se que sofreu influências plásticas de Walt Disney e do argentino Guillermo Divito.
Mundo Quino, título do seu primeiro livro, foi editado em 1963.
Em 1964 surgiu a sua personagem emblemática, Mafalda, a contestatária, série de banda desenhada publicada nos jornais em tiras (curta sequência de quadradinhos), que inicialmente tinha sido imaginada para uma campanha publicitária a eletrodomésticos e que, entretanto, acabou por ser recusada. Inicialmente, Mafalda foi publicada no suplemento de humor da revista Leoplán, com três tiras, passando a surgir regularmente em Primera Plana (1964), depois no El Mundo (1965) e finalmente no Siete Dias (1967), terminando em 1973, apesar do grande sucesso alcançado em diversos países. Esta decisão prendeu-se com o desejo do autor de se dedicar inteiramente ao desenho de humor, à caricatura, por um lado, e de não cair na sempre dificilmente inevitável armadilha da repetição de ideias. A popularidade e atualidade da Mafalda continuam, apesar da BD desta personagem ter terminado há décadas. Para além disso, está associada a séries de desenhos animados e a diversos produtos derivados.
A obra de Quino é muito vasta, encontrando-se editada nas principais línguas. Os seus Cartoons, aparentemente tão simples, retratam como poucos os inacreditáveis meandros da burocracia, a sempre surpreendente estupidez humana, a prepotência dos mais fortes sobre os mais fracos, entre outras célebres evocações que são recorrentes da sua obra, marcada por um humor e um grafismo sem igual.
O autor, que em Portugal tem um grande número de livros editados pela Dom Quixote, Bertrand e Teorema, já se deslocou ao nosso país para encontros com os jornalistas e os leitores portugueses em 2001 e em 2003.
Foi distinguido várias vezes, destacando-se: o Troféu Palma de Ouro do Salão Internacional de Humorismo de Bordighera (1978), "Desenhista do Ano" a nível mundial (1982), o Prémio B' nai B' rith Derechos Humanos (1998) e o Prémio Quevedos de Humor Gráfico (2001).
Foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias na categoria de Comunicação e Humanidades em 2014.

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