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Che - Guerrilha

Diário da Bolívia

de Ernesto Che Guevara
Editor: Tinta da China, abril de 2009 ‧
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No dia 9 de Outubro de 1967, aos 39 anos de idade, Ernesto Guevara de la Serna morreu assassinado pelo exército boliviano. Fora capturado dois dias antes, e com ele uma agenda verde, onde registara os acontecimentos e as reflexões sobre a actividade diária da guerrilha, desde havia aproximadamente um ano. O último dos diários de Che Guevara converteu-se imediatamente num dos seus livros mais famosos. A edição que agora se apresenta foi revista e comparada com os fac-símiles das páginas manuscritas e inclui uma série de fotografias inéditas que retratam o ambiente e os actores da guerrilha. Trata-se, portanto, de uma publicação fidedigna, de valor inestimável para quem quer conhecer os incansáveis e heróicos meses finais da vida de Che Guevara.

«Cheguei aos 39 anos e aproxima-se inexoravelmente uma idade que me obriga a pensar no meu futuro como guerrilheiro; por agora estou “inteiro”.»
Ernesto Che Guevara, Bolívia, 14 de Junho de 1967

Che - Guerrilha

Diário da Bolívia

de Ernesto Che Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728955946
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 212 x 18 mm
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789728955946

SOBRE O AUTOR

Ernesto Che Guevara

Ernesto Che Guevara, um dos ícones do século XX, nasceu em Rosario, na Argentina, no dia 14 de junho de 1928. Ainda jovem estudante de medicina e depois novamente, mais tarde, quando concluiu o curso, percorreu a América Latina. Foram duas viagens que influenciaram decisivamente o seu desenvolvimento e formação, já que lhe permitiram encontrar o sentido da sua vida: a revolução. Viajou até ao México e conheceu Fidel Castro, convertendo-se de imediato num dos expedicionários que embarcariam com destino a Cuba. Os cubanos alcunharam-no carinhosamente de «Che». Nos dois anos em que durou a guerra em Cuba, tornou-se num dos mais proeminentes líderes, ocupando cargos da mais elevada responsabilidade, tanto durante a guerra como depois do triunfo revolucionário.
Deixou sempre bem claro o desejo categórico de intervir nas lutas independentistas da América Latina ou de qualquer outra região do mundo. Em 1966 encabeçou a luta guerrilheira na Bolívia, onde foi ferido, capturado e assassinado no mês de outubro de 1967.

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