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Cartas do Meu Moinho

Livro 1

de Alphonse Daudet
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1971 ‧
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Alphonse Daudet nasceu em Nimes, em 1840, e morreu em Paris, em 1897.
Depois de uma juventude bastante vagabunda, teve, para sobreviver de trabalhar no colégio de Alais.
Auxiliado por um irmão, vai para Paris tentar a sorte nas letras.

Torna-se conhecido com a colectânea de versos As Amorosas (1858). Atinge a celebridade com Cartas do Meu Moinho, em que o seu bom humor, a fantasia, a ternura, a acuidade de observação e a poesia envolvem numa aura de beleza as imagens tristes ou miseráveis e apelam para um optimismo sorridente, uma fé obstinada pela vida.

Foi talvez a influência do seu torrão natal, o Midi, que o ajudou a enfrentar Paris e a doença, que fez dos seus últimos anos um lento suplício.

A melhor das suas peças de teatro é A arlesiana (1872), que Bizet musicou, tornando-a conhecida nas Óperas de todo o mundo. Fez parte da Academia Goncourt desde a sua fundação.

Cartas do Meu Moinho

de Alphonse Daudet

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721003446
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1971
Idioma: Português
Dimensões: 116 x 176 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Série Grandes Obras
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072405127
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Adorei

D. Guimarães

Um livro apaixonante que narra algumas historias vividas no sul de França. Historias vividas num moinho abandonado.

SOBRE O AUTOR

Alphonse Daudet

Alphonse Daudet (Nîmes, 1840–Paris, 1897) foi um romancista, poeta e dramaturgo francês.
Por dificuldades financeiras familiares, interrompeu os estudos no liceu de Lyon para trabalhar como vigilante de um colégio. Com a ajuda do irmão, aos 18 anos vai para Paris, dando início à sua vida literária. Tendo já publicado uma coletânea de versos (Les Amoureuses, 1858), consegue emprego no Le Figaro e como secretário do Duque de Morny, ministro de Napoleão III. Em 1862 lança um volume de contos, Le Roman du Chaperon Rouge. Torna-se íntimo de Goncourt e Emile Zola.
Em 1866, publica Lettres de Mon Moulin, que coloca Daudet como um dos grandes escritores do seu tempo.
Alistou-se e defendeu Paris (1870) durante o cerco das tropas prussianas à cidade (Guerra Franco-Prussiana), adquirindo experiência bélica. Por problemas de saúde, viajou pela Argélia, onde se inspirou para escrever Tartarin de Tarascon, em 1872.
A seguir escreveu dois romances de grande valor literário, Fromont Jeune et Risler Ainé (1873, premiado pela Academia Francesa) e Jack (1876), este o mais comovente e realista dos seus romances. Filiou-se na escola naturalista, produzindo obra variada e satírica, retratando as personagens da vida parisiense.
Morreu em 1897, depois de anos de sofrimento, causado por doença cerebral. Está sepultado no Cemitério de Père-Lachaise (Paris).

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