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Cartas De La Época De Ibiza

de Walter Benjamin
idioma: espanhol
Editor: Editorial Pre-Textos, dezembro de 2008 ‧
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Poco o nada sabía Benjamin de Ibiza cuando decidió realizar su primer viaje en abril de 1932, pero la improvisación determinaba muchos de sus pasos, y ésta tenía que ver a menudo con su cambiante situación económica. Todo parece indicar, sin embargo, si nos atenemos a sus escritos, que el Mediterráneo se le reveló en Ibiza de un modo peculiar, tal como otros viajeros de la época reflejaron también en sus respectivas obras literarias, pictóricas o fotográficas. La sensación de estar pisando una tierra "arcaica" en todas sus manifestaciones, desde la arquitectura hasta la economía, siempre con "el paisaje más virgen que jamás he encontrado", milagrosamente conservada por encontrarse "al margen de los movimientos del mundo, incluso de la civilización", era común entre los pocos y selectos visitantes de aquel tiempo, y Benjamin se lo cuenta a Scholem ya en su primera carta, escrita sólo tres días después de su llegada. Entre el desasosiego y la desesperación, asoma no pocas veces la luz del paraíso mediterráneo, como un efímero remanso, imposible de retener. Bajo esta luz nacen con esperanza sus escritos, sobre los que Benjamin da buena cuenta también en estas cartas. (Vicente Valero)

Cartas De La Época De Ibiza

de Walter Benjamin

Propriedade Descrição
ISBN: 9788481919202
Editor: Editorial Pre-Textos
Data de Lançamento: dezembro de 2008
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 279
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788481919202

SOBRE O AUTOR

Walter Benjamin

Walter Benjamin nasceu em Berlim em 1892, no seio de uma família judaica. Estudou Filosofia em Berlim, Munique e Freiburg e doutorou-se em Berna (Suíça) no ano de 1919, com a tese A Crítica de Arte no Romantismo Alemão. A ascensão de Hitler e do nazismo obrigaram-no a fugir de Berlim, em 1933. Residiu sobretudo em Paris, com passagens por Itália e por Espanha. O medo de ser entregue à Gestapo e as dificuldades em passar a fronteira entre França e Espanha conduziram-no ao suicídio em 1940. Como legado deixou-nos uma obra filosófica de uma impressionante atualidade, onde se cruzam os assuntos que tentava compreender e estudar: História, Modernidade, Arte, Tecnologia, literatura dos séculos XIX e XX e a ascensão da cultura de massas, assim como numerosas traduções e análises literárias a Baudelaire, Brecht, Hölderlin, Kafka e Proust.

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