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Carrie

Livro de bolso

de Stephen King

editor: 11 X 17, agosto de 2017
Carrie era a ave rara da escola e o alvo da chacota e da maldade dos outros adolescentes, que passavam a vida a pregar-lhe partidas. Maltratada e brutalmente reprimida pela mãe, uma fanática religiosa para quem tudo é pecado, Carrie direcionava as suas energias para os objetos, fazendo-os moverem-se apenas com o poder da mente. Quando o rapaz mais popular da escola a convida para o baile de finalistas, a tímida Carrie começa a ver-se a si própria de maneira diferente e a ganhar confiança. No entanto, um ato de uma crueldade indizível mudará para sempre o rumo das coisas. Ao ser vítima da mais terrível das humilhações, Carrie liberta por fim todo o seu poder, transformando-se numa arma de terror e destruição. E enquanto todos os presentes no baile se riem dela, as portas trancam-se de repente e o riso depressa dá lugar aos gritos de medo e horror...
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A leitura é mágica: livros com magia

Cai-se num livro e o que vem de lá só o autor sabe. O poder de imersão que um livro tem já sabe a magia: de repente, cria-se um casulo que não existia. E, volta e meia, há mesmo magia dentro de magia. O Livro com Fome Eu disse para esquecermos o Harry Potter? Esqueçam mas é o que eu disse. Eu sou incapaz de me esquecer do Harry Potter. Ali pelo terceiro volume da série, há uma parte em que aparece um livro que tem a mania de querer morder as mãos de quem tenta lê-lo. Há livros que dão luta, mas aquilo é demais. Se o incauto leitor não tem cuidado, ainda perde um polegar. Ainda por cima, é um livro escolar, o que acaba por significar que mais vale não estudar.
Aqui, também o livro tem vontade própria. A magia é mesmo essa: um livro que tem cabeça e vontade de viver. E, mais do que isso, vontade de comer. Nisso somos iguais. Pelo menos este, ao contrário do outro, não tenta morder quem o tenta ler, e pede ajuda ao leitor. O problema disto é claro: mas que raio come um livro? Já se sabe que as traças comem livros, mas será que um livro come traças? Isso era o que dava jeito a muita gente. Enquanto se descobre como banquetear papel, fica esta imagem mágica: um livro tão nosso amigo que até fala connosco. COMPRAR NA WOOK








  Carrie Partindo de uma coisa fofa, não se sabe bem como, chegamos a Stephen King. E ainda por cima a Carrie. Aqui a magia é outra, e é das más. Carrie não se adaptava à escola, o que aqui é eufemismo para não se se adaptar à vida. Por todo o lado, os outros miúdos gozavam-na e davam-lhe cabo da cabeça. Se na escola era maltratada, em casa não estava muito melhor: filha de uma fanática religiosa, vivia sob a ideia de que só existir já era pecado. Munida de poderes mágicos – assustadores –, Carrie voltava-se para os objectos, e bastava um olhar para que se movessem.
E então parece que a vida vai mudar. É inesperado, mas o rapaz mais popular da escola convida-a para o baile de finalista. Entramos num livro e, de repente, chegamos a um filme de domingo à tarde. O ânimo lá dá um salto, a autoestima também, mas Stephen King é um escritor de terror, não cor-de-rosa. Chegam a crueldade e a humilhação. Contra isto, que mais pode ela fazer para além de usar poderes mágicos para tentar dar cabo dos outros? COMPRAR NA WOOK A Branca de Neve Isto de usar magia muitas vezes dá para o torto. Para a Branca de Neve, parecia que a vida já não se ia endireitar. A mãe, que era rainha, morreu-lhe à nascença. O pai, que não sabia tomar decisões decentes, casou com uma mulher a quem faltava a bondade. Vá, dizer que lhe faltava a bondade é ser muito branda. Afinal, falamos de alguém que mandou um homem matar uma criança. À última, ele desistiu, e abandonou-a na floresta. Para não ter problemas com a rainha, mentiu: levando-lhe o coração de um corpo, disse que era o coração da Branca de Neve. Esta, por sua vez, ali largada, teve de fazer pela vida, e dali a meter-se pela floresta e morar com sete anões, um deles muito rabugento, foi um tiro. E então entrou a magia: a agora rainha consultava um Espelho Mágico para saber o que quisesse, e então descobriu o paradeiro da menina. Com um livro de poções mágicas, misturava os ingredientes que lhe permitiam mudar de forma e também matar a enteada que, no meio disto tudo, não fez mal nenhum. COMPRAR NA WOOK Buracos brancos Sofro a infelicidade de ter um primo astrónomo. Nos primeiros anos em que ele se punha a fazer contas e a medir o raio aos astros, o que víamos da janela de casa ainda era um mistério. Mais para ele do que para mim: para mim, aquilo era apenas o céu e nada mais. Aos poucos, começou a chegar a casa o que ele trazia da universidade: uma galáxia chamada Andrómeda, planetas-anões, órbitas e buracos negros. Ora, o conceito de buraco negro fascinava-me – e, quando não o entendia bem, só queria mandar o meu primo lá para dentro. Quando finalmente percebi – mais ou menos, vá – o que é isto de uma massa atrair coisas lá para dentro, eis que surge Carlo Rovelli com uma nova teoria. No livro, não apenas tenta descrever como são os buracos negros, como disserta sobre a possibilidade de dali nascerem os buracos brancos, o que implica a verdadeira metamorfose do tempo. Ora, e viajar no tempo, mais do que astrofísica, não será magia? Eu, que não sou astrónoma, diria que sim. Um astrónomo talvez tenha uma resposta mais prosaica. COMPRAR NA WOOK

Carrie

Livro de bolso

de Stephen King

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722534529
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: agosto de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 109 x 170 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789722534529
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

Fantástico!

Catarina Dias

O Stephen King nunca desilude. Adorei os filmes por isso tive de ler o livro e claro que amei ¿

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Clássico obrigatório

Vitor

É o clássico dos clássicos que nos é obrigado a ler para quem é realmente fã. Notasse um king ainda imaturo na escrita mas é muito bom

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Leitura obrigatória

Vitor

Clássico e leitura obrigatória para os fãs de KING

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Simples mas arrebatador!

Mário Silva

Já tinha visto o filme, mas, como quase sempre, o livro consegue ser melhor. Juntamente com The Shinning e Misery, dos melhores livros de Stephen King que li. Além do mais é considerado um clássico do género. Recomendo vivamente.

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Aterrorizante!

João Jesus

Já há muito tempo que estava curioso para ler algo do Stephen King e entrar no género literário que este domina: o terror. Escolhi "Carrie", pois depois de "The Shining", é a obra que mais ouvi falar. Não quis começar por "The Shining" pois dizem que é uma obra mais complexa e maior, então decidi apostar na história que todos conhecemos sobre a menina mais temida de todas - Carrie. O livro é pequeno, relativamente a outros títulos de King. É de leitura rápida, pois vicia-nos imenso devido aos detalhes dados (King aposta em deixar trechos de entrevistas e notícias por entre a história, espicaçando a nossa curiosidade) e à curiosidade acerca do que aconteceu na Noite do Baile. Este é o primeiro livro publicado de King e eu achei que é o melhor título do autor para entrarmos no seu mundo. É uma história simples, que encaixa na perfeição nos dias de hoje, cheia de ação e suspense e também com temas que deixam o leitor a pensar durante algum tempo, como por exemplo a religião. Adorei! Adorei mesmo e já acho que Stephen King é um dos meus autores preferidos devido à sua escrita complexa e simples ao mesmo tempo e que abunda de detalhes, dando espaço para a nossa imaginação e deixando-a construir os cenários na nossa mente. Achei a história um pouco pesada, que realmente nos deixa com raiva, medo, pena e tristeza devido ao que lemos. Recomendo a todos! É certamente uma obra fantástica para entrar no género de terror e do mundo dos livros de Stephen King. Agora... rumo ao "The Shining"!

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Carrie

Cláudia Lopes

É um livro fantástico, sem duvida um dos meus preferidos de Stephen King. Nunca pensei que um livro pudesse despertar tao interesse e tantos arrepios no leitor ao mesmo tempo. Um ótimo livro. Recomendo

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Excelente

Carlos R.

Um dos melhores contos de Stephen King, de leitura fácil e bastante visual. Por isso, pode causar arrepios, mas não é nada que não se esteja à espera deste autor.

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Um clássico.

M. J.Teles

Já tinha visto a adaptação para cinema, tanto a antiga como a mais recente, mas nada chega à leitura da escrita de Stephen King. Um verdadeiro clássico do terror que recomendo aos menos nervosos...

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Stephen king!!!

Tiago

Adoro este clássico...com esta capa linda !

Stephen King

Stephen King nasceu em Portland, no Maine, em 1947. Após o divórcio dos pais ainda criança, foi criado pela mãe, Nelly Ruth Pillsbury King. Licenciou-se em Inglês na Universidade do Maine, em 1970, com uma especialização em Ensino. Conheceu a mulher, Tabitha Spruce, nos corredores da biblioteca da universidade, onde ambos trabalhavam enquanto estudantes. Casariam em 1971.
Publica o seu primeiro romance, Carrie, em 1974, cujo contrato de edição lhe permitiu abandonar o ensino e dedicar-se em exclusivo à escrita. Depois? Depois é história. E Depois é também o novo romance que se junta a 'Salem's Lot, The Shining, The Stand – A Dança da Morte, Samitério de Animais, It – A Coisa, Misery ou Se Tem Sangue, entre outros, todos publicados pela Bertrand Editora, que fazem de King um dos grandes mestres da moderna narrativa americana, um autor que concilia inquietação, entretenimento e qualidade literária como nenhum outro. Recebeu a National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters em 2003 e a National Medal of Arts em 2014.
www.stephenking.com

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