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Capitalismo Como Religion

de Walter Benjamin
idioma: espanhol
Editor: BAUPLAN, abril de 2026 ‧
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Un siglo después, las palabras de Benjamin no han perdido potencia; la han acumulado. El capitalismo sigue siendo, exactamente en el sentido que él describió, un culto sin dogma ni teología, fundado en la deuda perpetua y en la culpa sin expiación. La ambigüedad del término alemán Schuld ?que significa a la vez «culpa» y «deuda»? no es un accidente lingüístico: es la maquinaria ideológica que convierte la quiebra financiera en fracaso moral, la pobreza en culpabilidad.Este volumen contiene una constelación. Los ensayos reunidos aquí ?sobre el derecho, la violencia, el destino, Kafka, los pasajes? se iluminan entre sí y revelan lo que apenas pueden mostrar solos: el programa que subyace a los fragmentos, la genuina intuición de Benjamin.Publicamos este libro porque su diagnóstico es el nuestro: precariedad estructural, tiempo hipotecado, subjetividad reducida a «nuda vida». Pero también porque Benjamin no dejó de buscar una salida ?colectiva, no individual? al cautiverio del mito. Esa salida tiene un nombre en estos textos: la interrupción. La felicidad. La inocencia reconquistada. Leerlo hoy es, todavía, un acto político.

Capitalismo Como Religion

de Walter Benjamin

Propriedade Descrição
ISBN: 9791399152135
Editor: BAUPLAN
Data de Lançamento: abril de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
EAN: 9791399152135

SOBRE O AUTOR

Walter Benjamin

Walter Benjamin nasceu em Berlim em 1892, no seio de uma família judaica. Estudou Filosofia em Berlim, Munique e Freiburg e doutorou-se em Berna (Suíça) no ano de 1919, com a tese A Crítica de Arte no Romantismo Alemão. A ascensão de Hitler e do nazismo obrigaram-no a fugir de Berlim, em 1933. Residiu sobretudo em Paris, com passagens por Itália e por Espanha. O medo de ser entregue à Gestapo e as dificuldades em passar a fronteira entre França e Espanha conduziram-no ao suicídio em 1940. Como legado deixou-nos uma obra filosófica de uma impressionante atualidade, onde se cruzam os assuntos que tentava compreender e estudar: História, Modernidade, Arte, Tecnologia, literatura dos séculos XIX e XX e a ascensão da cultura de massas, assim como numerosas traduções e análises literárias a Baudelaire, Brecht, Hölderlin, Kafka e Proust.

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