Cada Homem um Artista

de Joseph Beuys

editor: 7 Nós
Poucos artistas no século XX rivalizaram Beuys na ruptura estética, na amplitude artística e na contínua experimentação do seu inusitado processo de expressão artística enquanto escultor, performer, pedagogo, pensador radical e activista social e político.

Cada Homem um artista é uma prova disso, porque não resultou de uma entrevista, ou de um discurso de ideias, mas de uma acção do autor.

100 dias seguidos num dos mais importantes encontros internacionais de arte contemporânea (o documenta V, Kassel, 1972), onde Beuys, não expõe, não contesta, nem reivindica, antes de mais constitui-se na Oficina de Informação para a Democracia Directa - " a quem devemos delegar o poder da vida humana?" -, como se constituiu ao longo de três décadas em vários movimentos e instituições.

" Necessito construir um mundo autenticamente diferente, onde a ideia de arte tenha uma função especial que esteja relacionada com o conjunto da sociedade."
Beuys

Cada Homem um Artista

de Joseph Beuys

ISBN: 9789898306098
Editor: 7 Nós
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 220 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789898306098
Joseph Beuys

Joseph Heinrich Beuys (Krefeld, 12 de maio de 1921 — Düsseldorf, 23 de janeiro de 1986) foi um artista alemão que produziu em vários meios e técnicas, incluindo escultura, fluxus, happening, performance, vídeo e instalação.
Ele é considerado um dos mais influentes artistas alemães da segunda metade do século XX.
Beuys nasceu em Krefeld e cresceu em duas pequenas localidades da região, Kleve e Rindern.
Ele travou algum contato com a arte na juventude, tendo visitado o ateliê de Achilles Moorgat em várias ocasiões, mas decidiu seguir carreira em medicina.
Entretanto, com a explosão da Segunda Guerra Mundial, alistou-se na Força Aérea Alemã (Luftwaffe).
Costuma-se dizer que a predominância de feltro e gordura na obra de Beuys é devida a um incidente ocorrido na guerra.
Beuys foi alvejado e o seu avião caiu durante uma missão na Criméia e ele acabou por ser resgatado por tártaros.
Ele teria sido salvo ao ter sido tratado com ervas e recoberto por feltro e gordura.
Não se sabe se essa história é verdadeira, mas agora ela já faz parte do mito que cerca a figura de Beuys.
Depois da guerra, Beuys concentrou-se na arte e estudou na escola de arte de Düsseldorf de 1946 a 1951.
Nos anos 1950, ele se dedicou principalmente ao desenho.
Em 1961, ele se tornou professor de escultura na academia, mas acabou sendo demitido de seu posto em 1972, depois que insistiu em que suas aulas deveriam ser abertas a qualquer interessado.
Seus alunos protestaram, e ele pôde manter seu ateliê na escola, mas não recuperou as aulas. Em 1962, Beuys conheceu o movimento Fluxus, e as performances e trabalhos multidisciplinares do grupo - que reuniam artes visuais, música e literatura - inspiraram-no a seguir uma direção nova também voltada para a happening e performance.
Sua obra tornou-se cada vez mais motivada pela crença de que a arte deve desempenhar um papel ativo na sociedade.
Em 1979, uma grande retrospectiva da obra do artista foi exibida no Museu Guggenhein de Nova York.
Beuys morreu de insuficiência cardíaca, em 1986.

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