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Baudelaire

de Antoine Compagnon
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, dezembro de 2021 ‧
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Considerado por muchos el profeta de la modernidad, la actitud de Baudelaire hacia el dogma del progreso, simbolizado por la prensa, la fotografía, la gran ciudad y tantos otros fenómenos sociales y culturales, fue ambigua. Las manifestaciones de lo novísimo repelieron y cautivaron al poeta a partes iguales. Renegó de las creaciones y las dinámicas de la modernidad por sus consecuencias sociales, psicológicas, mora- les, artísticas e incluso metafísicas, pero volvió a ellas sin cesar; los periódicos de gran tirada le repugnaban, pero asedió a los «canallas» de los directores para que lo publicasen; arremetió contra la fotografía, y sin embargo es el protagonista de algunos de lo mejores retratos de escritor que conocemos. Esta eterna ambivalencia constituye el telón de fondo de El esplín de París, suma de las contradicciones del último Baudelaire, auténtico objetor de conciencia moderno, tan insospechado como irreductible, que Compagnon, con su característica perspicacia y finura, nos invita a descubrir.

Baudelaire

de Antoine Compagnon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418370885
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 133 x 213 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788418370885

SOBRE O AUTOR

Antoine Compagnon

Nascido em 1950, Antoine Compagnon ensinou na Sorbonne e na Universidade Columbia de Nova Iorque. É, desde 2006, Professor Catedrático de Literatura Francesa Moderna e Contemporânea: história, crítica, teoria no Collège de France. É nomeadamente o autor de La Troisième République des Lettres (1983), Les cinq Paradoxes de la Modernité (1990) e Les Antimodernes, de Joseph de Maistre à Roland Barthes (2005). Depois de ter leccionado na Universidade de Vincennes e na Escola Prática de Ciências Sociais, e de ter fundado, conjuntamente com o ex-Presidente da República François Mitterrand, o Festival de Ópera e Teatro Barroco de Versalhes, ascendeu, em 1990, ao cargo de secretário-geral do serviço literário da Gallimard. No entanto, em 1994, abandonou todas as suas funções para se dedicar inteiramente à escrita. Da sua obra mais tardia destacam-se Tous Les Matins du Monde (1991-1993, Todas as Manhãs do Mundo), romance que mereceu uma adaptação para o cinema pela mão do realizador francês Alain Corneau, no ano de 1991, e que contava a história da vida do músico Marin Marais; L'Occupation Americaine (1994-1996, A Ocupação Americana ) e Dernier Royaume (2002).

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