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Colette

de Antoine Compagnon
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, junho de 2026 ‧
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Si el gran escritor es alguien capaz de crear un personaje mi?tico, no cabe duda de que Colette fue una inmensa escritora, ya que creo? cuatro: Claudine, su primera heroi?na, de cuya autori?a se apropio? su marido; Sido, inspirada en su propia madre, sin duda su creacio?n ma?s bella; Gigi, su doble literaria, dichosa en el amor al contrario que su creadora, y la propia Colette, patrimonio france?s e i?dolo sagrado. En estas pa?ginas, Compagnon desgrana todas las facetas de la escritora para celebrar a una pionera de la transgresio?n y la provocacio?n que hizo soplar en sus novelas un viento de libertad tan inso?lito entonces como hoy. Admirada por Simone de Beauvoir y ma?s moderna que Gide, Claudel o Vale?ry, Colette logro? la hazan?a de concebir una obra tan profundamente subversiva como universal. Leerla hoy es, sin duda, descubrir una voz eternamente moderna que nos invita a abrazar el siglo xx en toda su extravagancia.

Colette

de Antoine Compagnon

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387964269
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 131 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9791387964269

SOBRE O AUTOR

Antoine Compagnon

Nascido em 1950, Antoine Compagnon ensinou na Sorbonne e na Universidade Columbia de Nova Iorque. É, desde 2006, Professor Catedrático de Literatura Francesa Moderna e Contemporânea: história, crítica, teoria no Collège de France. É nomeadamente o autor de La Troisième République des Lettres (1983), Les cinq Paradoxes de la Modernité (1990) e Les Antimodernes, de Joseph de Maistre à Roland Barthes (2005). Depois de ter leccionado na Universidade de Vincennes e na Escola Prática de Ciências Sociais, e de ter fundado, conjuntamente com o ex-Presidente da República François Mitterrand, o Festival de Ópera e Teatro Barroco de Versalhes, ascendeu, em 1990, ao cargo de secretário-geral do serviço literário da Gallimard. No entanto, em 1994, abandonou todas as suas funções para se dedicar inteiramente à escrita. Da sua obra mais tardia destacam-se Tous Les Matins du Monde (1991-1993, Todas as Manhãs do Mundo), romance que mereceu uma adaptação para o cinema pela mão do realizador francês Alain Corneau, no ano de 1991, e que contava a história da vida do músico Marin Marais; L'Occupation Americaine (1994-1996, A Ocupação Americana ) e Dernier Royaume (2002).

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